Onde está a concorrência?

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Nos últimos anos, aconteceram mudanças significativas no mercado corporativo, mas continuamos dependendo dos clientes, fornecedores e concorrentes para termos sucesso. Nos últimos anos, aconteceram muitas mudanças significativas no mercado corporativo, a ponto de causar mudanças comportamentais. Porém, continuamos dependendo dos clientes, fornecedores e concorrentes para termos sucesso. Isso não mudou, é o chamado tripé formador do mercado (consumidor / concorrente / fornecedor). Mas algumas pessoas ainda não aprenderam isso.

Para o consumidor, o mercado está cheio de boas intenções, mudanças significativas a cada dia, principalmente para fidelizar clientes ativos. Em relação aos fornecedores, muitas parcerias de sucesso têm surgido, regidas pelo princípio de que o sucesso de um será o do outro também. Já a concorrência não mudou quase nada, continua-se travando uma verdadeira batalha sem critérios e, muitas vezes, sem ética.

E a maioria das empresas ainda trata seus concorrentes como inimigos, aceitando apenas a idéia de que o concorrente está ali, ao seu lado e ignorando o fato de que o consumidor também compra mais longe: na cidade vizinha, nos centros comerciais, chamados de pólos, e nos shoppings das capitais. Mostram-se acomodadas, acreditando que o cliente não tem informações do que acontece em outros lugares. No entanto, algumas cidades estão promovendo ?Dias D? e megaliquidações com atividades artísticas e incentivando os lojistas a melhorarem o clima e apresentação de suas lojas, motivando o consumidor local e também de outros centros a saírem de casa para passear e comprar.

Visitando um desses eventos, em uma cidade pólo comercial da região Sul de Santa Catarina, encontrei muita gente da minha cidade, inclusive lojistas. Alguns passeando, pesquisando e muitos comprando. Enquanto isso, o movimento na minha cidade estava abaixo do esperado. A maioria dos lojistas das cidades menores acredita que como as megaliquidações e os ?Dias D? são esporádicos, não atrapalham as vendas, porém, é só verificarmos as consultas realizadas no SPC para confirmar a contradição. Outros afirmam que cada um deve se virar do jeito que pode.

Assim, pude concluir que o inimigo (principal concorrente) está dentro do próprio lojista e que enquanto continuarem a pensar dessa forma, a economia dessas cidades permanecerá em baixa. Devemos fortalecer a economia local, criando mecanismos de conscientização e mudança de atitude, principalmente dos donos de lojas. Por isso, a dica de hoje é: pergunte e responda onde está a ameaça à sua empresa? Onde estão seus concorrentes? O que sua cidade está fazendo para vencer esses desafios? Lembre-se: a concorrência é boa, não deixa você dormir.

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