Os sete pecados capitais do varejo

No varejo, também existem sete pecados capitais. Mas você, varejista, pode se aproveitar do fato de conhecê-los e aumentar suas vendas. Muito citados na Bíblia, os sete pecados capitais já foram utilizados como tema das mais diversas formas de expressão. Livros, filmes, entre outros já divulgaram essas faltas, que, segundo a história, foram organizados durante a Idade Média pela igreja católica com o objetivo de brecar o avanço do protestantismo e firmar seus valores aos fiéis. Alvo de muitas interpretações, ainda hoje eles servem de referência e base para quem busca trilhar o caminho tanto do céu quanto do sucesso. E para quem está disposto a iniciar essa jornada, vale lembrar de que para cada pecado capital existe uma virtude oposta a ser buscada.

Se você, varejista, se identificou com esse tema e não pretende ficar em dívida com o céu ou com o seu bolso, conheça aqui os sete pecados capitais e as sete virtudes opostas do varejo:

Os sete pecados capitais do varejo As sete virtudes opostas
Centralização
Concentrar em si as decisões. Achar que ninguém, além de você, sabe fazer as coisas direito na sua empresa.
Empowerment
Permitir que seus funcionários tomem decisões de acordo com o nível de seus cargos. Confie na capacidade dos profissionais que você contratou ou, então, reveja o seu processo seletivo.
Gestão à moda antiga
Decidir com base no feeling e desprezar o valor da informação para a gestão do negócio.
Informação como diferencial
Utilizar a informação para dar mais assertividade à experiência ou feeling.
Preço
Acreditar que os consumidores só se preocupam com o preço.
Fidelização
Perceber que outros fatores também podem atrair os consumidores, além do preço, por exemplo: produtos diferenciados, atendimento, layout da loja, etc.
Contratação emocional
Usar critérios pessoais e emocionais no processo de seleção de funcionários. Privilegiar aspectos como simpatia e indicação de um conhecido em detrimento da qualificação.
Alta performance
Contratar ou manter os funcionários por sua competência técnica.
Foco no operacional
Envolver-se demais em atividades operacionais e reservar pouco tempo para pensar em estratégias.
Visão estratégica
Não pensar apenas no hoje. Dedicar parte do seu tempo útil para elaborar planos para o futuro do negócio.
Consumidor inimigo
Achar que o consumidor é folgado e está ficando cada vez mais mal-acostumado.
Consumidor valioso
Perceber que o consumidor é seu maior aliado, pois se ele estiver satisfeito e se sentindo bem atendido, voltará a sua loja inúmeras outras vezes.
Ganha-perde
Considerar uma boa negociação, aquela em que um ganha e o outro perde.
Ganha-ganha
Praticar o jogo do ganha-ganha. Em uma negociação, ambas as partes devem sair satisfeitas para que os bons negócios se repitam.

Conteúdos Relacionados

Dica número 1 de liderança em vendas

Volta e meia recebo perguntas como esta: “Raul, se você pudesse me dar só uma dica sobre como ser um gestor melhor, qual seria?”

Procuro evitar responder questionamentos como este porque eles costumam vir de alguém que está procurando um atalho ou uma pílula mágica, mas a verdade é que sempre existe mais de uma opção para resolver um problema ou desafio – por isso mesmo, buscar uma única ferramenta milagrosa raramente traz os melhores resultados.

Continuar lendo
Rolar para cima