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“Eu nasci como um rio, e nunca mais parei de correr”. É a letra da música de um dos meus cantores favoritos (Johnny Cash) e sempre que estou sentindo-me um pouco estressado lembro-me dela.

Uma vez um professor de canto respondeu a uma aluna, que lhe tinha perguntado como transformar-se numa estrela: “Levante-se e cante. Se você não fizer pelo menos isso, ninguém no mundo nem vai saber que você tem uma canção”.

Assim começamos nossas vidas, e também nossas vidas profissionais: levantamo-nos e cantamos, cheios de motivação, energia e uma atitude positiva contagiante. Com o passar do tempo (e os tombos, cicatrizes, erros e acertos), existe uma tendência à acomodação.

Mas a vida tem um jeito todo especial de transformar-se em correria em certos momentos, e é justamente nessas horas que é absolutamente necessário dar uma pausa para olharem volta, ver o que está acontecendo e, principalmente, decidir se vale a pena continuar nessa correria desenfreada para esse lado – ou não. Isso não é acomodação – é uma pausa estratégica, e deveria ser feita todos os anos por qualquer ser humano vivo. Afinal, sua vida é o que você queria que ela fosse? Ou você ainda está esperando um milagre?

Quando pego alguém reclamando da vida, ou ouço alguém reclamando de quanto ganha, não consigo deixar de pensar: “O que as pessoas terão para lembrar de você quando você morrer?” Ou seja, que diferença você faz hoje na vida das pessoas e clientes? Se alguém fosse imitar você, como seria?

Estamos todos no ramo da motivação pessoal – precisamos acordar motivados todos os dias. Mas também estamos no ramo da memória – na hora de comprar, um cliente tem que se lembrar de nós, e não do concorrente. E a melhor maneira de fazer isso é sendo você mesmo, de forma criativa e contagiante.

Se você acredita na Lei do Bumerangue, “tudo o que você atira na vida, volta”, você com certeza entende que temos basicamente duas liberdades: a de fazer o que queremos fazer, e a de fazer o que deve ser feito. Muitas vezes, essa é a simples diferença entre não falhar (e levar uma vidinha medíocre) e arriscar-se a ter sucesso.

Ser um profissional novato, cheio de energia, não é uma questão de idade ou experiência- é uma questão de atitude. Não interessa de onde você veio, mas sim para onde decidiu ir. Por isso, este mês gostaria de relembrá-lo das coisas mais importantes que existem na nossa vida profissional:

. Aprender.

. Ajudar.

. Rir e divertir-se.

Ao acordar todos os dias pela manhã, você se levanta para cantar a sua própria canção, do seu jeito, ou para dançar conforme a música dos outros?

Pense nisso, e Venda Mais.

Raúl Candeloro
Editor

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