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Um museu de Amsterdã, Holanda, estava muito orgulhoso de apresentar sua nova aquisição, uma pintura de Rembrandt. Para mostrar isso, eles colocaram uma urna e convidaram os visitantes a fazerem perguntas sobre o quadro. E acertaram no que não viram. O tempo médio que as pessoas levavam admirando a tela passou de seis minutos para meia hora. Quando perguntados sobre a razão daquilo, eles responderam que o convite às perguntas os encorajou a olhar mais atentamente, e a se lixarem em detalhes da pintura. As perguntas – e as respostas – os ajudaram a conhecer a pintura de novas maneiras.

Agora, experimente trocar a palavra pintura por produto ou serviço. E vá atrás de seu consumidores, perguntando o que eles acham e quais – as dúvidas que eles têm sobre – o que você vende. Eles vão prestar mais atenção no que desejam comprar e na explicação dada.

BANCO PARA TODOS
O Bradesco lançou um serviço que permite que deficientes visuais possam utilizar os seus serviço via Internet. Para tanto, o Banco fez alterações nas suas páginas da rede, associando textos a desenhos e campos, de forma que um software possa “ler” as informações em voz alta.

É mais uma forma de atacar um nicho de mercado que não pode ser ignorado (calcula-se em 150 mil o número de deficientes visuais no Brasil). Pense você também o que pode fazer por eles ou por outros grupos de pessoas com outras dificuldades.

FIDELIDADE PARA TODOS
Você acha que apenas grandes companhias podem fazer programas de fidelidade? E que eles são restritos a áreas como grandes magazines e companhias aéreas? Veja o exemplo da MTS, uma pequena agência de empregos norte-americana. Ela criou um sistema de pontos que recompensa seus clientes – no caso, diretores de RH de grandes companhias. Para cada pessoa contratada do cadastro da MTS, o diretor acumula certo número de pontos que pode ser trocado por prêmios.

TEMPO DE GRAÇA?
O norte-americano Jack Livingstone queria anunciar sua concessionária de automóveis durante um ano em uma rádio local. Mas tinha dinheiro para apenas 30 dias de anúncio. Ele então resolveu trocar um carro pelo tempo de rádio. E isso foi apenas o começo. Ele fez com que todos os DJ””””s experimentassem o carro e fossem com ele a todos os eventos e promoções daquela estação. E, quando a rádio finalmente deu o carro em um sorteio, essa promoção também atraiu a atenção de um jornal local. Mais propaganda grátis. O resultado? A loja de Jack se tornou a campeã de vendas da área.

COMÉRCIO ELETRÔNICO
Se você ainda não vende seus produtos on-line, comece a pensar seriamente sobre isso. Acompanhe esses dados da norte-americana Cyber Dialogue:

– 14% das pessoas que compram via Internet afirmam que passaram a comprar menos por catálogos;

– 95% dessas pessoas afirmam que acharam a experiência de comprar on-line satisfatória.

Apesar desses dados se retirarem aos Estados Unidos, a proporção brasileira deve ser semelhante, dado as experiências de sucesso de supermercados e livrarias.

CARTÃO POSTAL
Uma boa idéia foi feita para a conferência “A fideliade como ela é”. As pessoas recebiam um cartão postal da Estátua da Liberdade. No verso, impresso como se fosse um manuscrito, um dos palestrantes o trata como se fosse um velho amigo e o convida para trocar experiências com ele na palestra. Tudo isso em inglês, claro. A peça chama a atenção e, de certa forma, pode servir para impressionar colegas de trabalho. Mas, ao fazer algo assim, cuidado para não exagerar. Disfarçar sua propaganda como uma carta pessoal já deu alguns problemas no exterior.

FESTA NA LOJA
Já ouviu falar na TGI Friday? É uma cadeia de barzinhos de happy hour cuja maior atração é o ambiente, que conta com barmen que fazem malabarismos com garrafas, descontraindo todo mundo. Essa moda de misturar trabalho com diversão para os clientes está se espalhando pelos Estados Unidos.

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