PERSUASÃO – Falando para corações e mentes

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A persuasão traz algum desconforto para as pessoas que acreditam que ela seja sinônimo de manipulação. Mas a persuasão é alcançada pela personalidade da pessoa que está falando e pelo discurso que dá credibilidade. Para facilitar sua persuasão, utilize as seguintes dicas:

1. Seja persuasivo, não manipulativo. Não permita que essas duas palavras se aproximem. A persuasão com princípios pode realmente trazer melhores resultados para todos.

2. Focalize na sua personalidade. Entenda e pratique as técnicas básicas de persuasão e desenvolva uma personalidade persuasiva. As pessoas acham que alguém com personalidade é alguém com credibilidade.

3. Seja gentil. Uma pessoa que é gentil e pronta para ajudar os outros é mais persuasiva que alguém que quer colocar seus próprios interesses como prioridade. Faça um esforço para ser gentil e ajude os outros sempre que possível.

4. Fiscalize sua comunicação. Preste atenção na sua própria comunicação. Com que freqüência você se refere a si? Com que freqüência você se refere aos outros? Aumente a proporção para os outros e diminua para você.

5. Seja honesto. Não prometa o que não pode cumprir. Tenha certeza de estar falando sempre a verdade e as pessoas irão acreditar em você.

6. Seja corajoso. Não tenha medo de enfrentar o que é doloroso ou desconfortável. As pessoas irão respeitá-lo por isso.

Fonte: The Journal of Personal and Professional Success Priorities – EUA

Dica do mês

Razões para utilizar ajuda visual
Utilizar ajuda visual quando você apresenta algo pode auxiliá-lo a ser mais persuasivo, interessante e ter mais credibilidade, de acordo com estes dados:

1. Combinando ajuda visual com o que você fala o torna 40% mais persuasivo do que falando sozinho.

2. Utilizar ajuda visual em uma apresentação reduz o tempo de duração em quase 30%.

3. Incluir chamadas em uma apresentação estimula 80% dos participantes a concordar mais rapidamente com a sua proposta. Sem as chamadas, a taxa de aceitação fica em 60%.

4. Restringir um grupo para não mais do que dez pessoas garante mais atenção.

5. Utilizar pôsteres, flip charts e quadros brancos é sempre melhor, pois o público agüenta olhar mais tempo para esses recursos visuais do que slides, por exemplo.

Fonte: Communication Briefings – EUA

AMBIENTE DE TRABALHO

Etiqueta empresarial: quem precisa dela?
Por Maria Aparecida A. Araújo

Todo contato profissional é feito por meio de relações interpessoais. As correntes estruturalistas e behavioristas ensinam que as pessoas respondem à forma como são tratadas. Ou seja, se tratarmos os outros com cortesia, simpatia e atenção, certamente, receberemos o mesmo.

Em contrapartida, se cometemos uma gafe e, mesmo inadvertidamente, desconsideramos alguém, estamos na circunstância de perdermos um cliente, um grande negócio, um importante aliado e até um amigo.

Competindo por um lugar no mercado de trabalho, estão duas pessoas de igual capacitação técnica. Com certeza, terá mais chance de sucesso aquela que melhor souber se apresentar e tratar as pessoas.

Um programa de treinamento em Etiqueta Profissional e Marketing Pessoal capacita as pessoas a dominarem os códigos de conduta em escala global. Elas aprendem as formas corretas de cumprimentar as pessoas, fazerem apresentações, vestirem-se e se comportarem durante entrevistas de emprego. O treinamento também faz com que as pessoas aprimorem seu processo de comunicação, aprendendo a ouvir e falar na hora certa, com a entonação adequada. Aprendem a tirar melhor proveito dos recursos eletrônicos, como telefone, videoconferência e e-mail.

São ensinadas as melhores técnicas para criticar obtendo resultados positivos, transformar reclamações em vendas e lidar com colegas e clientes de temperamento difícil, apresentar idéias e projetos com eficiência, conduzir reuniões, contornar o assédio sexual e muitas outras ferramentas que ajudam a incorporar atitudes e posturas apropriadas a cada atividade profissional. Isso possibilita a adesão a códigos que respeitam os interlocutores como pessoas, com suas individualidades.

Hoje em dia, ter boas maneiras não é foco apenas de diplomatas apegados a protocolos e nem de madames que aparecem nas colunas sociais. As grandes corporações são os maiores clientes das consultorias de Etiqueta Profissional. Os executivos dessas empresas, embora a maioria seja portadora de MBA em universidades estrangeiras, fluente em vários idiomas e possuidora de reconhecido saber técnico, sentem enormes dificuldades quando saem da frente de seus computadores e precisam se relacionar com o mundo. Como não dominam a arte de se comportar corretamente em todas as ocasiões, ficam claros os erros que cometem. E esses erros se tornam visíveis na aparência pessoal, nos gestos, na entonação e no palavreado, passando depois para os modos, apertos de mão, trocas de cartões de visita, conduta em elevadores e mesas de restaurantes, uso do telefone convencional e celular e outros.

As pessoas que não dominam essas noções de etiqueta, na maioria das vezes, nem se dão conta das gafes que cometem, embora denunciem sua falta de traquejo e refinamento, prejudicando sua carreira e arranhando a imagem da empresa em que trabalham.

O mundo de hoje é dos positivos, dos que fazem, dos que se comprometem, dos que se engajam em causas justas, dos que têm opinião, dos proativos e dos que têm vontade de aprender, crescer e serem mais e melhores. E, acima de tudo, o mundo atual é dos que sabem que não farão isso sozinhos, que precisam contar sempre com a colaboração de outras pessoas. Essas pessoas, certamente, não dispensarão a etiqueta como poderosa aliada em sua trajetória rumo ao sucesso pessoal e profissional.

Maria Aparecida A. Araújo é consultora de Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Marketing Pessoal, Cerimonial e Protocolo, palestrante e facilitadora de cursos especiais, membro do Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear. E-mail: ee@etiquetaempresarial.com.br. Artigo extraído da newsletter Carreira & Sucesso, do site Calho Online – www.catho.com.br

CARREIRA

A terceira via do cidadão
Por Marcelo Caetano

Uma das melhores descobertas que aconteceram no ambiente empresarial foi o retorno às ações de responsabilidade social promovidas pelas empresas. Hoje, elas sabem que investir em projetos sociais pode ser, além de bom para espírito, bom para a imagem da empresa perante a sociedade, e mais cruamente falando, pode trazer novos clientes e conquistar ainda mais os atuais.

Muito é falado, mas pouco ainda é feito, esse é um caminho em que temos muito o que crescer e aprender. Trazendo isso para o nosso marketing pessoal – está chegando a hora de incluirmos a nossa responsabilidade social nos nossos currículos, sem ter vergonha de estar utilizando o bem para nos promover. A análise é muito mais ampla.

Imagine se em uma entrevista para recrutamento, um candidato coloca no currículo que um de seus pontos positivos era fazer uma ação voluntária semanal beneficente em um hospital, onde passava seis horas. E em uma outra, o candidato possui características muito semelhantes, porém não cumpre tal missão. Qual você estaria mais predisposto a escolher?

Pronto, a terceira via chegou ao indivíduo e tornou-se, além de uma boa ação, um diferencial competitivo. Por trás dessa informação de responsabilidade social estava implícito que o candidato é uma pessoa ética, responsável com a sociedade e de bom relacionamento com o meio. Informações fundamentais que não devem ser ocultadas em momento algum de nossa vida. Isso faz com que nosso marketing pessoal passe a ter mais um elemento importante na sua composição – a responsabilidade social.

Se você não faz alguma ação de responsabilidade social, comece, seja ajudando com doações de livros para alfabetizar uma pessoa ou ensinando. Adotando uma criança ou uma creche. Faça, garanto que a menor das recompensas será o seu marketing pessoal.

Marcelo Caetano é publicitário e gerente de marketing da Editora Quantum. E-mail: marcelo@editoraquantum.com.br

COMUNICAÇÃO

Fale bem em público
Recomendações para controlar o medo de falar em público:

1. Quando o medo aparecer, encare-o normalmente. Você não é o único que sente medo de falar em público, os maiores oradores já foram atacados por esse inimigo. Mesmo os que declaram que não sentem receio de falar em público, traem-se pelo empalidecer das faces, pelo tremor das mãos ou pela movimentação desordenada das pernas. O medo é normal e com o tempo ele perderá a batalha para a sua experiência e tranqüilidade.

2. Controle seu nervosismo. Ao falar diante das pessoas, não alimente a chama do seu nervosismo. Procure deixar seu corpo em posição descontraída, solte os braços e as pernas, respire profundamente. Se você estiver muito agitado, essa descontração forçada poderá, no início, parecer um pouco desconfortável, mas, quando pronunciar as primeiras palavras, de forma mais tranqüila e confiante, reconhecerá que seu pequeno esforço foi plenamente recompensado.

3. Tenha uma atitude correta. Vigie o comportamento do corpo, pois a linguagem corporal mostra como estamos nos sentindo. Ao caminhar, demonstre pela sua postura um comportamento seguro e confiante; faça-o sem hesitar. O auditório ficará interessado em ouvir um orador que demonstra atitude de alguém equilibrado.

4.Antes de pensar como, saiba o que falar. Apresentar um assunto que não foi convenientemente preparado é o mesmo que andar por um campo minado, temendo que a cada passo possa encontrar uma bomba. Se ocorrerem novas idéias enquanto estiver falando, ótimo, transmita-as aos ouvintes. Deixar de se preparar, esperando que as idéias apareçam diante da platéia, além de tirar a sua tranqüilidade, é um risco que ninguém deve correr.

5. Não pinte o diabo mais feio do que é. Não tire conclusões precipitadas. Enquanto estiver aguardando sua vez de falar, não imagine cenas pessimistas. Ficar demasiadamente preocupado com erros que ainda não cometeu torna-o inseguro e propenso a cometê-los. Concentre-se no que os outros estão fazendo e afaste os maus pensamentos. Isso o tornará mais tranqüilo e confiante.

6. Não adquira vícios. Acostume-se desde o início a não colocar os cotovelos sobre a mesa ou sobre a tribuna, e a não segurar objetos nas mãos. Esses são detalhes que só poderão atrapalhá-lo. Enfrentando conscientemente e sem artifícios o problema do medo, você irá controlá-lo mais rapidamente.

7. Chame sua voz com inspiração. O nervosismo deixa a voz enroscada na garganta e cada frase é pronunciada com dificuldade, aumentando assim a intranqüilidade de quem fala. Se ocorrer um desequilíbrio vocálico quando estiver falando, fique tranqüilo, respire profundamente e, em seguida, provavelmente a voz voltará ao normal.

Fonte: Como Falar Corretamente e Sem Inibições – Reinaldo Polito – Editora Saraiva

COMUNICAÇÃO NA EMPRESA

Todo mês uma história real de comunicação empresarial com final feliz

Durante duas semanas, a consultoria norte-americana BDI realizou uma pesquisa em uma base militar norte-americana para avaliar a situação atual da organização quanto ao clima de diversidade. Segundo o consultor Egberto Prado Lopes Bastos, da MTB Assessoria Organizacional (www.mtbassessoria.com.br) – empresa parceira da BDI, a pesquisa precisava ser profunda, mas, ao mesmo tempo, de fácil administração e análise de dados.

De acordo com o consultor, a organização tinha uma excelente cultura, mas gostaria de aprimorá-la ainda mais. A pesquisa foi elaborada para refletir tanto a satisfação interna quanto os tópicos de diversidade. Dessa forma, a consultoria estudou os dados coletados com o objetivo de identificar pontos positivos e áreas a serem aprimoradas.

Com base nessa análise, foi desenvolvido um plano de ação, implementado por líderes designados. O resultado, segundo o próprio cliente, foi a melhor comunicação da gestão da base militar com o pessoal alistado e com os civis. “A pesquisa também deu mais ênfase às relações interpessoais e trouxe satisfação para todos os envolvidos. As pessoas começaram a sentir que finalmente estavam sendo ouvidas”, afirma Egberto.

Esse estudo permitiu a criação de um objetivo compartilhado e o surgimento de ações “com significado” por toda a organização. Para avaliar o progresso do projeto e identificar novas necessidades, uma pesquisa de follow-up é realizada anualmente desde então.

Que tal você também contar o que está fazendo em sua empresa para melhorar a comunicação interna? Estamos esperando sua história. Basta escrever para o e-mail: rodrigo@editoraquantum.com.br, que entraremos em contato para fazermos uma entrevista.

CUIDADO COM O PORTUGUÊS
Alguns assinantes de VendaMais já tinham falado sobre aquele barzinho. Um lugar agradável para relaxar e com duas grandes figuras atrás do balcão. O barman Machado, sempre pronto a ajudar; e o garçom, vindo de Portugal. Ele é muito simpático e prestativo, mas extremamente desajeitado. Vive derrubando coisas nos clientes. Por isso, é que naquele bar o que mais se ouve é: – Cuidado com o Português!

Outro dia o pessoalzinho da redação combinava em dar uma esticadinha no Bar do Machado e precisávamos saber se todo mundo estava livre. Entre as respostas, uma chamou a atenção de todos:

– Eu vou estar termina… quero dizer, eu termino tudo até as seis e meia. Não quero levar outra bronca.

– Bronca de quem?

– Do Machado. Outro dia ele me passou o maior sermão por causa desses meus… como é que era a palavra… ah, gerundismos.

– Geru… o quê?

– Gerundismo. Uso de gerúndio onde ele não cabe: vou estar fazendo, vou estar mandando… é muito mais fácil dizer “vou fazer” e “vou mandar”.

– Mas essa é a maneira que todo mundo usa para estar falando – disse um estagiário que estivera quieto até então.

Todos olharam para ele, balançando a cabeça. Depois desse primor de frase ele merecia um banho de cerveja do garçom do Machado. E ninguém ia gritar “cuidado com o Português”.

Machado, de Assis, interior de São Paulo, dá suas dicas sobre a Língua Portuguesa todos os meses aqui na VendaMais

PENSAMENTOS

“Quando estiveres irado, conte até dez; quando muito irado, até cem”
Jefferson

“Eu sempre compus sobre mim mesmo. Eu nunca quis compor sobre uma terceira pessoa”
John Lennon

“A dor é uma advertência, assim como os pequenos prejuízos nos negócios nos ensinam a ser prudentes”
Henry Ford

“O som é um mergulho na eternidade”
Coelho Neto

“Quem fala dos defeitos alheios, fala dos seus”
Diderot

“Escreve as injúrias na areia; grava os benefícios no mármore”
São Basílio

“O homem para é como a água estagnada: corrompe-se”
Latena

“O silêncio e, depois da palavra, o segundo poder do mundo”
Lacordaire

“O homem que sabe não fala; o homem que fala não sabe”
Lao-Tsé

“A dívida é como uma ratoeira, larga na entrada e apertada na saída”
Bernard Shaw

Tensão frente ao cliente
Muitas pessoas se sentem nervosas ao ter de encarar uma reunião com o cliente, com um fornecedor ou mesmo com colegas e superiores. E não é à toa que tal sentimento se chama tensão: ele o prende, o trava e impede que a negociação – seja ela qual for – se desenvolva. Algumas dicas para você encarar qualquer encontro de negócios de forma mais natural:

– Mude seus conceitos internos. Antes do encontro ou reunião, encha sua mente de pensamentos positivos: repita que você está preparado e confiante; você pode responder a qualquer coisa sobre o assunto, além disso tem toda uma equipe para lhe auxiliar se for preciso; e outras figuras mentais do gênero.

– Elimine a tensão do outro lado. Apresente-se bem-vestido, com um sorriso no rosto. Isso automaticamente cria um ambiente de boa vontade da outra parte e ajuda a negociação a fluir melhor.

Caso a reunião não seja em sua empresa, seja um bom hóspede e aceite o cafezinho, refrigerante ou o que a outra pessoa oferecer. Dizer “não, obrigado” pode ser traduzido como “não tenho a menor intenção de me tornar seu amigo”.

PARA PENSAR
Certa vez, após um concerto, uma senhora da platéia foi falar com o famoso violinista:

– Eu daria minha vida para tocar como o senhor.

– Mas minha senhora – foi a resposta – foi exatamente isso que eu fiz.

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