Primeira Lei de Branding para Internet

Há muito tempo tenho chamado atenção sobre a importância do branding digital, especificamente aquele que deve ser utilizado na internet. Há muito tempo tenho chamado atenção sobre a importância do branding digital, especificamente aquele que deve ser utilizado na internet. Em contraste com o vasto conhecimento que dispomos, literalmente falando, o entendimento a respeito da internet e principalmente a assimilação desta nova cultura anda muito devagar. Por isto, que volto sempre a insistir, a repetir informações estrategicamente importantes para que os personagens chaves das organizações despertem e entendam de fato as novas perspectivas do mundo digital. O branding certamente é o peso pesado da internet enquanto veículo. Além da expansão deste conceito de branding, temos o embrião de novos negócios, sejam criação de novo produto, marca ou mesmo de uma nova organização. Sim, o momento de concepção e conseqüente batismo torna-se fator chave de sucesso. Com isto quero claramente dizer que o nome de batismo de qualquer ação estratégica ou de marketing deve levar em consideração o que ouso chamar de primeira lei de branding para internet. Então, qual é a primeira lei de branding para internet ? Quando vem a luz um filho, o batismo de um bom nome já lhe aguarda, visando trazer saúde e sucesso. Do mesmo modo, a primeira lei de branding é o batismo, o nome dado para que aquela ação, em forma de produto ou marca, de modo que tenha longa vida, seja bem aceito e tenha muito sucesso. Esta lei de branding tem alguns princípios que devem ser considerados com muita atenção, haja vista que sua inobservância pode ser o peso da balança entre o sucesso o fracasso. Sendo assim, para escolher um nome de uma marca de sucesso, considere os seguintes princípios em três aspectos: primeiro em conceitos fundamentais; segundo em cuidados com a limitação tecnológica e terceiro em recomendações heurísticas e legais. Aspecto 1: Conceitos fundamentais. 1. Universalização do nome (i.e. contexto de massificação e amplitude global); 2. Projeção de imagem forte, de grande apelo; 3. Nome de fácil assimilação e recordação; 4. Simplicidade fonética e ortográfica; Aspecto 2: Cuidados com a limitação tecnológica. 1. Armadilhas de incompatibilidade ortográfica no uso de acentuação (língua portuguesa); 2. Evite utilizar caracteres considerados especiais (símbolos tais como “&”, “@”, “;”, “<>“, etc.); 3. Devido algumas limitações de hardware e software, evite nomes extensos, compostos e uso de espaço entre as palavras (garantia de portabilidade); 4. Cuidado com a escolha do tipo de fonte utilizada na ortografia da marca; Aspecto 3: Recomendações heurísticas e legais. 1. Prefira usar nomes curtos e de pouca separação silábica (preferencialmente até 3 sílabas); 2. Utilize a semântica a seu favor, pois a capacidade descritiva e significativa de um nome reforça a memorização da marca; 3. No processo de criação o sigilo é essencial; 4. Registre antecipadamente o respectivo domínio na internet (URL, site). Certamente a observância destes 12 princípios sob estes três aspectos, faz com que o processo de criação de uma nova marca seja muito feliz. Todos os pontos listados servem como parâmetro no processo de criação específico da escolha de um nome que gera uma nova marca com a genética nata e vencedora para as ações de branding de qualquer organização. Embora não citada, a pesquisa, continua sendo a mais forte arma no tradicional campo científico para a escolha bem sucedida de uma nova marca. Entretanto, é importante considerar neste processo criativo a pesquisa como um instrumento para somar-se à proposta da lei de branding para internet. Por simples que pareça a primeira lei de branding para internet, estas considerações podem realmente fazer a diferença para o sucesso de uma nova marca. Reflita e comece bem um novo negócio escolhendo corretamente um nome para tornar-se uma marca vencedora no mundo e-business.

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