Quebrando o gelo com uma nova equipe

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Muitos profissionais hoje em dia são colocados numa posição de gerência sen um treinamento adequado sobre como efetivamente liderar equipes recém formadas. Acontece que aquilo que impressiona a equipe nas primeiras fases de formação irá determinar a forma efetiva com que ela trabalhará durante todo o projeto. Aqui vão algumas sugestões de como quebrar o gelo e começar com o pé direito o relacionamento com sua equipe:

1. Esqueça a urgência em começar logo o trabalho. Use o primeiro encontro para um papo do tipo “quem é você?”. As pessoas precisam saber mais sobre as outras além dos nomes e departamentos a que pertencem quando nunca trabalharam juntas. Tente alguma atividade “quebra-gelo” que coloque as pessoas conversando, até mesmo sobre a missão que vão desempenhar. Por exemplo, peça às pessoas para identificar suas grandes habilidades e como elas podem ajudar o grupo.

2. Esclareça os objetivos da equipe. Você pode imaginar que o propósito para a reunião dos membros da equipe é óbvio, mas um número surpreendente de pessoas trabalha em empreitadas sem saber nem mesmo porque estão incluídas no grupo. Da mesma forma, evite simplesmente pedir a alguém da equipe para que leia um documento previamente elaborado com os princípios do projeto. Comece reforçando os objetivos principais que foram estabelecidos, depois peça aos outros para que expliquem esses objetivos com suas próprias palavras. Você ficará surpreso com as várias interpretações possíveis sobre um mesmo tema.

3. Defina as regras básicas. Muitos responsáveis por equipes pulam essa fase porque acham que todos no grupo serão capazes de perceber a importância de chegar no horário em reuniões, em cumprir os prazos estipulados, em manter os outros informados, etc. Porém, as coisas normalmente não saem tão perfeitas naturalmente. Assim, desde o início, dê ao grupo a oportunidade de discutir e estabelecer regras básicas sobre assuntos como comprometimento e pontualidade.

Dica do mês

A família sempre perto de você
Quando as viagens de negócios o deixam muito longe de casa tente sempre manter um equilíbrio entre o trabalho e a família com estas técnicas:

1. Mostre à sua família num mapa onde você estará. Se tiver tempo, tire fotos do lugar e até do quarto de hotel, de forma que todos poderão ter uma idéia do local em que você passa o tempo que está longe deles.

2. Inclua o “compromisso” de uma ligação para sua família na programação diária e assegure se de que ele será cumprido.

3. Esconda algumas coisas uma carta para sua mulher ou guloseimas para seus filho sem sua casa antes de viajar. Então, quando falar com eles ao telefone todos os dias, vá dando pistas onde procurar.

4. Dedique um minuto ou dois para escrever um e-mail ou uma pequena mensagem em cartão postal a cada dia e não esqueça de enviá-los.

INFORMAÇÃO

Use bem textos e artigos (inclusive este)
Por Brasílio Andrade Neto

Por mais material de qualidade que você coloque à disposição da sua equipe, nada garante que eles realmente apliquem aquelas informações. O conhecimento, sem uso, não tem muita serventia. Pesquisas mostram que, quando uma pessoa lê sobre alguma coisa, ela absorve cerca de 15% do que foi lido. Ao por aquilo em prática, ela aprende quase 100% do que foi dito.

Agora, você pode fazer com que cada artigo lido por eles se transforme em melhorias nas condições de trabalho, mais negócios e mais lucro para sua empresa. Veja:

Tarefa de casa

1. Separe o artigo que você acha que terá mais impacto no seu pessoal. Administração do tempo, novidades no setor ou na legislação, maneiras de se automotivar.

2. Durante a sua reunião semanal, ou em qualquer outra ocasião em que estejam todos reunidos, mande que todos leiam aquele determinado artigo. Após isso, cada um deve escolher um dos aspectos do artigo e tentar responder à pergunta: como isso pode me fazer trabalhar melhor? Todos então escrevem suas idéias e as apresentam dali a uma semana.

3. Na semana seguinte, faça todos apresentarem a sua situação e suas idéias sobre como utilizar o que foi aprendido naquele artigo. A idéia é provocar alguma (alguma, não transforme em uma guerra) discussão e fazer com que novas idéias e palpites surjam durante a reunião. Você deve tomar cuidado com as pessoas que se ofendem com facilidade: deixe sempre claro que ninguém está ali para criticar ninguém, mas para encontrarem, juntos, maneiras do grupo inteiro se beneficiar. Alguém deve ser responsável por anotá-las.

4. Chega de papo, é hora da ação. Escolham uma idéia que apareceu devido ao artigo e façam ela rodar. Insista na aplicação dela. É preciso fazer com que se torne um hábito. Quantas vezes você já viu uma empresa instituir crachás e, após uma semana, eles deixarem de ser utilizados? Na próxima semana, reúna novamente seu pessoal e faça os comentar os resultados que tiveram. Assim, a idéia vai sendo aperfeiçoada.

Caso você não tenha o hábito de fazer reuniões semanais, pode estimular cada membro da sua equipe a escrever suas idéias sobre o artigo, enviá-las a você e depois colocá-las em prática. Estimule a troca de idéias entre os vendedores fazendo um jornalzinho com as melhores idéias e resultados.

AMBIENTE DE TRABALHO

A arte do relacionamento no ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho é o lugar onde a maioria das pessoas passa a maior parte do seu tempo, por isso não há nada mais comum do que fazer dos colegas de profissão, amigos pessoais.

Gilda Borges, diretora de Recursos Humanos da Bayer, considera importante fazer amizade no ambiente de trabalho, chegando a ser fundamental para existir um clima agradável. “A amizade entre os integrantes de diversas equipes de trabalho colabora para isso”. A idéia é defendida também por Luiz Fernando Bacchereti, professor e coordenador do Núcleo de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que acreditar que o ambiente de trabalho se faz efetivamente por meio do contato entre os profissionais da empresa. “O que seria de uma empresa se os seus funcionários não se comunicassem?”, questiona.

Quem ganha mais com isso, empresa ou funcionário? As amizades no ambiente de trabalho trazem benefícios não só aos funcionários, mas também à empresa. “Um clima agradável no trabalho é sempre vantajoso para ambas as partes, funcionários e empresa, e o resultado é menos estresse, mais prazer em estar na empresa, mais envolvimento com o trabalho e melhores desempenho e resultados”, analisa Gilda Borges. Para Luiz Fernando a comunicação é urna necessidade do ser humano e a amizade entre os colegas de profissão pode ser muito produtiva, o que depende, única e exclusivamente, de saber separar as coisas. “É preciso saber separar os papéis, assim como muitas mulheres que são mães, esposas e profissionais sabem desempenhar cada papel na hora mais apropriada”. E complementa dizendo que as relações formais e informais no ambiente de trabalho não devem ser confundidas”.

Gilda Borges abre um parênteses para dizer que a amizade no ambiente de trabalho pode ser prejudicial se não houver maturidade suficiente para estabelecer limites entre o formal e o informal. Luiz Fernando concorda com ela e diz que as amizades podem ser produtivas, dependendo da maturidade dos envolvidos.

Quando o relacionamento passa a ser amoroso. Os dados de uma pesquisa divulgada pela sexóloga norte americana Shere Hite e publicada pela revista Veja (edição de março de 2000), mostram números interessantes e reveladores. Nas dez empresas onde foi realizada a pesquisa, 42% dos entrevistados tinham um “caso” com algum colega de trabalho; 35% preferem esconder essa relação dos outros. Cerca de 70% dos homens e 60% das mulheres entrevistadas já tiveram um envolvimento amoroso no trabalho em algum momento da sua carreira profissional. Para o professor Luiz Fernando, a sexóloga generaliza quando afirma que os relacionamentos amorosos entre colegas dc trabalho são comuns pelo fato de muitos deles serem solteiros.

Ainda de acordo com a pesquisa de Shere Hite, os relacionamentos nascidos no trabalho têm as mesmas chances de dar certo do que quaisquer outros. “E os superiores não podem impedir que as pessoas estabeleçam relações afetivas no trabalho; esse tipo de relação só pode ser prejudicial quando não existe bom senso entre as partes envolvidas”, afirma Gilda Borges. O equilíbrio e o bom senso devem sempre prevalecer na relação. Luiz Fernando concorda. “Não só os relacionamentos amorosos, mas também a amizade entre funcionários pode atrapalhar o ambiente profissional, caso os envolvidos dêem predominância à afetividade na empresa”, afirma.

Thiene Marcondes é reporter do jornal Carreira & Sucesso. Visite o site: www.catho.com.br

COMUNICAÇÃO

Dicas para lidar com conflitos

Você escolheu aquelas pessoas a dedo. Cada uma tem qualidades únicas que podem fazer da sua empresa a líder do mercado. Você sorri e coloca a sua equipe dos sonhos para trabalhar. Mas aí, o que acontece? Desastre. Mal-entendidos, fofocas, várias discussões paralelas.

É. Você está lidando com gente. Conflitos sempre vão aparecer no seu caminho. O que você não pode permitir é que ele cause problemas de produtividade, ou demissões ou criem um ambiente dividido.

Basicamente, há dois tipos de confronto que você pode enfrentar: causado por tarefas ou por pessoas. Os causados por tarefas incluem discussões por idéias e procedimentos. Os causados por pessoas incluem discussões por liderança, diferença de personalidades e reclamações sobre divisão de tarefas.

O mais perigoso é o conflito por tarefas. Ele pode, rapidamente, fazer com que a sua equipe pare de trabalhar como deve até alguém achar uma solução. Já um conflito entre pessoas dificilmente sai do âmbito de “briga de comadres”. Você terá uma pessoa que não se dá com a outra, mas a agenda dificilmente será afetada.

Algumas dicas para você acabar com os conflitos internos:

Para conflitos entre pessoas há três opções de ação.

1. Agir como juiz, júri e executor. Simplesmente você coloca quem está causando o problema na sua frente. Afirma que aquilo acaba ali, ouve o que eles têm a dizer e aponta soluções. E diz que não quer ouvir mais nada sobre esse assunto. Essa ação funciona mais com pessoas de baixo escalão. É rápida e não admite discussões. Porém, você deve tomar cuidado para não dar razão para somente um dos lados. Pondere, seja justo. É a única maneira para que nenhum dos dois concorde na sua frente e fique reclamando na mesa do cafezinho.

2. Troca de papéis: faça as pessoas se imaginarem do outro lado. Um diretor se imagina um vendedor e vice versa. Assim, eles vão ver a situação em perspectiva e chegar a um meio termo. Essa solução é a mais demorada, pois cada um dos reclamantes precisa saber exatamente a posição, problemas e cotidiano do outro. A vantagem: eles chegam a uma conclusão por si mesmos, um acordo sem a sua interferência. E, quando uma solução é criada por dois ex-rivais, ela é posta em prática.

3. Ação de ouvir. É talvez a melhor forma de agir. Peça para cada um explicar o problema, faça perguntas, repita para eles o que você ouviu. Assim, o problema vai ficando mais claro aos poucos e as pessoas podem acabar reconhecendo um erro ou outro. Aqui, você tem de controlar cada um deles muito bem: “Calma. Agora eu estou ouvindo ele. Você vai ter sua vez de falar, não interrompa.” Seja firme nessa hora, ou sua sal~ vai virar o Programa do Ratinho.

Para os conflitos causados por tarefas, só há uma solução.

É, uma reunião onde as pessoas venham com alternativas para tomar o trabalho mais fácil ou eliminar o que quer que esteja causando o problema. O que você pode fazer é evitar que esse tipo de desentendimento surja.

Através de pesquisas, percebeu-se que a maior parte desses conflito”””” surge da falta de informações. Por mais que você faça reuniões, imprima circulares, ainda vai faltar alguma informação: todo funcionário, todo membro da sua equipe faz alguma coisa que só ele sabe fazer e só ele conhece os truques e manhas E essa informação, por menor que seja, é mantida em segredo e às vezes, na maior inocência.

Caso verídico: uma indústria estava tentando descobrir por que seu turno da noite produzia mais do que seu turno diurno. Descobriu se que um operador noturno de uma máquina, todo início de seu expediente, tirava uma peça daquela máquina, permitindo que ela trabalhasse mais depressa. Com medo da reação dos patrões, todo final do expediente colocava a peça de volta.

Então, reúna a sua equipe e faça todos colocarem seus segredos na mesa. Não espere que isso aconteça nas primeiras vezes. O quanto mais sua equipe trabalhar junto e acreditar um no outro, mais os segredos vão sumindo.

Comprador ou negociador?

E lá estava meu amigo Andrade queixando se, pois não conseguia entender a reação de seu chefe diante das compras que fizera para a empresa: “Ora amigo, o chefe está reclamando porque comprei o mais barato. Assim não dá para entender. Eu sempre aprendi que o bom comprador é aquele que paga menos, e quem consegue espremer o vendedor, é quem economiza; eu tenho o dinheiro, logo tenho poder, cabe a quem vende submeter se… Não entendo mais nada!”

É, Andrade comprou o mais barato, fez economia, espremeu o vendedor, mas será que fez a melhor compra, atendeu às reais necessidades de seus clientes internos, solucionou os problemas da produção?

Com certeza seu chefe percebeu que alguma coisa não estava de acordo com os modernos conceitos de compra, de parceria, de reciprocidade.

São conhecidos os casos de grandes empresas, até multinacionais de renome que, depois de lançar um produto no mercado, são obrigadas a recorrer a todos os meios de comunicação convocando seus clientes para fazer substituições gratuitas de peças, porque só tardiamente as falhas ou deficiências foram detectadas. É verdade que os departamentos de marketing, com sua habilidade de comunicação, tentam “virar o jogo” mostrando que a empresa, ciente de suas responsabilidades, está preocupada com o bem estar, o conforto, a tranqüilidade e a segurança de seus consumidores. O custo financeiro dessas medidas tem sido, na maioria das vezes, muito superior a qualquer economia gerada na compra de componentes mais baratos. Isso para não falar dos custos da recompra e, principalmente, nos arranhões na imagem.

Parece que meu amigo Andrade ainda está precisando entender que o bom comprador é, antes de tudo, um bom negociador. E negociar bem não é necessariamente espremer o vendedor ou pagar mais barato.

Do mesmo jeito que o bom vendedor é um solucionador dos problemas de seus clientes, o bom comprador também é responsável pelo atendimento das necessidades de seus clientes internos. Mais ainda, ele tem de estabelecer com o vendedor uma relação de complementaridade e parceria em que os benefícios sejam recíprocos, as vantagens sejam bilaterais e as soluções atendam aos interesses das duas partes. No mundo dos negócios, se alguém vende espremido, sem lucro ou sem a remuneração adequada, com certeza, vende mal. E, no contexto empresarial, quando alguém vende mal, outro compra mal. Afinal, compra e venda são duas faces de uma mesma moeda.

Todos os conceitos, princípios e técnicas que se aplicam a um, aplicam se ao outro. Planejar, executar e acompanhar são funções intrínsecas tanto às atividades do vendedor quanto do comprador. Conhecer o mercado e a concorrência, definir objetivos, estabelecer limites e margens, fazer um exercício de presunção das necessidades da outra parte, estimar possíveis concessões e preparar se para o processo da negociação, tudo isso são ferramentas de venda e de compra. O bom comprador, a exemplo do bom vendedor, “conhece seu eleitorado”, é capaz de identificar suas principais características e tendências e, principalmente, sabe desenvolver uma argumentação compatível com essas características e tendências. Enfim, sabe empregar com propriedade boas estratégias e táticas que não visam “derrubar o outro”, mas sim encontrar os caminhos que conduzem a resultados satisfatórios para ambos.

A confiança entre comprador e vendedor é algo que tem de ser construído no dia a dia, na inter-relação em que a credibilidade assume papel preponderante, mas onde não podem faltar coerência nas atitudes, abertura nos diálogos, aceitação e receptividade diante das inevitáveis diferenças individuais.

É, meu amigo Andrade ainda tem muito para aprender…

Eraldo Meireles é consultor do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo. Visite o site: www.institutomvc.com.br Obs.: material retirado do Seminário Negociação em Compras, já realizado 145 vezes pelo MVC.

LIDERANÇA
8 ensinamentos do “Grande Líder” para as pequenas e médias empresas

A quantas andam as lideranças na sua empresa? Será que não seria o momento de exercitar os ensinamentos do “Grande Líder”?

1. Inspirador. Jesus buscava todo o tempo se fazer seguir por um grupo de pessoas de forma espontânea. Procurava transmitir confiança e segurança e empurrava os colaboradores para a frente, estimulando a vontade de vencer em todos os momentos que se relacionavam. Valorizava a força do grupo e entusiasmava a utilização do potencial em conjunto. Como líder, não esperava as “coisas acontecerem”; ele fazia com que as “coisas acontecessem”””” em função dos objetivos traçados.

2. Conselheiro. Como grande educador que foi, apesar de comunicar se com autoridade, Jesus deixava claro a todos, que era necessário se ter a compreensão e a humildade de entendimento, que todo ser humano tem algo a ensinar e a aprender. Dessa forma, Jesus queria delegar poderes, para que não tivesse de fazer tudo sozinho. Delegando autoridade, conseguia multiplicar e incentivar as pessoas a desenvolverem seus “dons pessoais”, fazendo do grupo uma verdadeira “usina de idéias”. E isso é ser um verdadeiro e autêntico líder.

3. Oratória. Era de uma simplicidade rara, utilizando se dos acontecimentos do “dia a dia” de seus colaboradores, e tinha como principal objetivo levar o tempo todo o grupo a exercitar o raciocínio. Com essa maneira simples e clara, transformava seus discípulos em vários “oradores” e dessa forma conseguia multiplicar a sua mensagem em todos os cantos da Terra.

4. Confiança. Possuía uma visão ampla e realista do “todo” e por isso lutava pelos interesses de todos que estavam sob o seu comando (sem protecionismo ou paternalismo). Com determinação, transmitia a confiança necessária em si e nos outros, deixando claro, quais eram seus objetivos e metas e mantinha se fiel a elas. Estimulava seu colaboradores a entenderem o grande significado de cada tarefa e a se sentirem responsáveis por elas.

5. Compaixão. Jesus carregava e transmitia a todos uma vontade incrível de ajudar às pessoas, bastava surgir qualquer problema, lá estava ele, determinado para auxiliar e com isso conquistava o respeito e a admiração da equipe. Dessa forma e com uma certa rapidez (na época), transformava-se em um verdadeiro aglutinador de pessoas, conseguindo desenvolver uma imagem de vencedor, extremamente saudável e positiva.

6. Comprometimento. Jesus, em sua árdua tarefa, sabia que não bastava o seu grupo estar envolvido, necessitava fazer com que estivessem comprometidos na defesa de uma causa. Reconhecia que ao procurar atingir as “mentes” das pessoas, elas precisavam saber lidar com as “dificuldades intangíveis”, por isso jamais se abatia ou desanimava, diante das adversidades que encontrava. A participação ativa de um líder faz com que o impossível se torne algo possível, até porque, é o algo que nunca foi tentado.

7. Acessível. Ele conseguia visualizar o que os outros não conseguiam ver. Se um problema era apresentado, aonde quer que estivesse, ele procurava resolvê-lo e dessa forma tomava se acessível às pessoas. Jamais foi arrogante, nem mesmo quando foi lançado diante de seus julgadores. Como líder era flexível, receptivo e de coração aberto.

8. Ter fé. Acreditar na causa que se abraça, é o verdadeiro “elo contaminador” para com os demais membros de uma equipe. Não é, e não deve ser um sonho, e nunca uma imposição intransigente. Toda e qualquer liderança surge espontaneamente e elas sempre vão existir. No caso específico de Jesus, ele fazia se notar porque buscava o crescimento de outras pessoas, e ai seus apóstolos acreditavam em seu líder e “ele” acreditava na capacidade de seus seguidores, baseando-se no fazer juntos, unidos, com vontade.

Gemir Cassan é consultor de gestão, atuando junto à pequena e média empresa. Site: www.gemircassan.com.br E-mail: Gemir@Gemircassan.com.br Fone: (11) 4340-0302 Fonte: o texto foi desenvolvido com base no livro Nazaré, de Sérgio Motta – Editora Gente.

COMUNICAÇÃO NA EMPRESA

Todo mês uma história real de comunicação empresarial com final feliz

Um grupo de seis a dez pessoas reunidas em torno de um mapa do tamanho de uma mesa de reuniões tenta compreender o melhor caminho para se atingir um objetivo. A princípio parece um jogo de War, mas na verdade é uma poderosa ferramenta de comunicação que a Volkswagen do Brasil está utilizando com seus 25 mil empregados para ampliar o conhecimento do negócio e do cenário da indústria automobilística no País.

A metodologia do mapa estratégico foi criada há dez anos nos Estados Unidos pela consultoria Root Learning (Aprendizado Profundo) e acumula muitas histórias de sucesso em diversas organizações ao redor do mundo. No Brasil empresas como Motorola, Brasil Telecom e GM já experimentaram e aprovaram o método. A Volkswagen, porém, foi a primeira a implantar o mapa para um número tão grande de pessoas e num prazo muito curto. Em apenas 11 semanas, 270 facilitadores (empregados especialmente treinados) aplicaram treinamento e estimularam a participação dos 25 mil empregados nas cinco unidades da montadora no País.

O mapa, especialmente criado para a Volkswagen, é uma viagem que começa no ””””Mundo de Ontem” (1980) e chega aos dias de hoje. A viagem ocorre de forma dinâmica e inovadora, pois o trabalho é acompanhado por uma série de jogos e atividades que estimula a interação entre os empregados. As respostas de cada etapa surgem das discussões entre os participantes de cada grupo, que conversam entre si sobre sistemas complexos do negócio de automóveis.

O próximo desafio da montadora é aplicar o mapa para os empregados da rede de concessionárias de todo o País e das empresas prestadoras de serviços. Esse público, considerado de extrema importância para a estratégia de crescimento da Volkswagen, está estimado em 28 mil pessoas.

Que tal você também contar o que está fazendo em sua empresa para melhorar a comunicação interna? Estamos esperando sua história. Basta escrever para o e-mail: rodrigo@editoraquantum.com.br. que entraremos em contato para fazermos uma entrevista.

CUIDADO COM O PORTUGUÊS

Algum assinantes de VendaMais já tinham falado sobre aquele barzinho. Um lugar agradável para relaxar e com duas grandes figuras atrás do balcão. O barman Machado, sempre pronto a ajudar; e o garçom, vindo de Portugal. Ele é muito simpático e prestativo, mas extremamente desajeitado. Vive derrubando coisas nos clientes. Por isso, é que naquele bar o que mais se ouve é:

– Cuidado com o Português!

Entreouvi no bar do Machado, duas pessoas que discutiam as vantagens de determinada cerveja:

– Vai por mim, que eu sou esperto no assunto.

– Se você quer dizer especialista – atalhou o Machado -, o certo é experto, com “x”. Assim como meu garçom é experto em derrubar bebida nos outros. Cuidado com o português.

Os clientes puxaram a cadeira de lado. Foi ali, ali. Mas quiseram saber:

– Mas experto com “x” não fica estranho, Machado?

– É, é uma expressão pouco usada. Muitos preferem usar o inglês “expert” para diferenciar mais. Não é o ideal, mas como quase todo mundo conhece a palavra, pode ser utilizada.

Machado, de Assis, Interior de São Paulo, dá suas dicas sobre a Língua Portuguesa todos os meses aqui na VendaMais

HISTÓRIAS DE TRABALHO

Dez frases para segurar funcionários

A maioria das empresas tem um problema grande com o fenômeno chamado “turnover”, isto é, com cargos em que os funcionários não param e é necessário um grande número de contratações e treinamentos básicos. Mas a verdade é que detalhes simples, como frases que elogiam o trabalho de um funcionário, ditas na hora certa e com responsabilidade, podem aumentar o nível de comprometimento na equipe.

Entretanto, dizer a alguém que ela “está fazendo um grande trabalho” não funciona, pois é uma expressão demasiadamente vaga. Então, desenvolva um rol de boas frases de elogio que possam ser adaptadas às situações do dia a dia. Aqui você tem algumas para começar:

– “Você realmente faz algo diferente quando…”

– “Estou impressionado com…”

– “Você chamou a atenção da diretoria quando…”

– “Um trabalho como o que você fez (ocasião) é de primeira qualidade!”

– “Você está certo quando diz que…”

– “Uma das coisas que mais gosto em você e…”

– “Você deve ficar orgulhoso da forma como…”

– “Nós não conseguiríamos alcançar esse resultado sem o seu…”

– “Esta é uma maneira muito efetiva para…”

– “Você me fez ganhar o dia quando…”

Fonte: Employee – Recruitment & Retention
DIA-A-DIA

Apresentações

Se você esta fazendo uma apresentação utilizando um software multimídia, tome cuidado. Certifique-se de falar para sua audiência e não para a tela de apresentação. Não perca o canal de comunicação e a empatia com o público. Mantenha sempre contato visual direto com pelo menos uma pessoa que o está assistindo.

PENSAMENTOS

“O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”
Isaac Newton

“Busque oportunidades e não segurança. Um barco no porto está seguro, mas com o tempo o fundo vai apodrecer”
S. Brown

“Experiência não é o que aconteceu com você, mas o que fez com que lhe aconteceu”
Aldous Huxley

“Amas a vida? Então não deperdices o tempo, porque desse material é que a vida é feita”
Benjamim Franklin

“Falhamos muito mais por timidez do que por ousadia”
David Graysom

“Atrele seu carro a uma estrela”
Ralph Waldo Emerson

“Tenho um pedido a fazer: que eu nunca possa usar a minha razão contra a verdade”
Elie Wiesel

“O verdadeiro amor não tem dono; ambos os parceiros obedecem”
Alejandro Casona

“Não é porque certas coisas são difíceis que nos ousamos. É justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis”
Sêneca

“Depois de ter se esforçado para conseguir o que quer, conceda-se o tempo para desfrutá-lo”
S. Brown

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