Identificar vários sentimentos e fazer deles grandes aliados em prol do seu potencial criativo é a proposta da psicóloga Esther Carrenho no livro Raiva ? Seu bem, seu mal (Ed.Vida). Identificar vários sentimentos e fazer deles grandes aliados em prol do seu potencial criativo é a proposta da psicóloga Esther Carrenho no livro Raiva ? Seu bem, seu mal (Ed.Vida). Focalizando especificamente a raiva, a autora se vale da sua experiência para autenticar conceitos fundamentais à saúde emocional. A obra apresenta como equilibrar emoção e razão de forma construtiva e reconhecer e administrar seus sentimentos de raiva, em lugar de reprimi-los. A autora ainda exemplifica relacionamentos atingidos pela raiva com vários casos que fizeram parte da sua sólida experiência profissional. Ela é membro da Igreja Batista do Morumbi (SP) e ministra cursos e palestras sobre relacionamento familiar.
?Raiva é um sentimento que classificamos como menos nobre. No entanto, como qualquer outro sentimento, a raiva não é ruim nem boa. O comportamento e a ação em decorrência da raiva é que podem ser ruins.
Quando não aprendemos a lidar com o sentimento de raiva e vamos cada vez mais negando e reprimindo, ele vai se acumulando em nossa memória emocional.Com o decorrer do tempo, uma ação ou um comportamento que lembre fatos do passado, que resultaram em raiva acumulada, acaba provocando todo o depósito de raiva até então guardada, e o resultado pode ser uma explosão violenta.
Integrar o sentimento significa identificar o que se está sentindo, considerar esse sentimento sem negá-lo ou reprimi-lo e submetê-lo à razão. Em relação à raiva, a importância dessa integração é mais relevante, porque, a partir do momento em que tais situações são identificadas é possível ter à disposição mais possibilidades para administrar o comportamento e não descarregar em pessoas inocentes e raiva que, na verdade, não diz respeito a elas.?
Para saber mais: Raiva ? Seu bem, seu mal, de Esther Carrenho (Ed. Vida).
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