A maior parte das lojas de calçados e confecções da empresa Flamboyant, de Cuiabá, Mato Grosso, se localizava perto de pontos de ônibus. Recentemente, porém, os pontos foram substituídos por estações de integração. Assim, o movimento das lojas caiu, pois os clientes estavam dentro da estação, e se saíssem teriam de pagar mais numa passagem. A solução: distribuir dois vales-transporte por cliente. Os resultados? Clientes começaram a fazer compra por causa do vale-transporte. Pense bem: uma passagem de ônibus custa menos de R$ 1,00 na maioria das cidades brasileiras. Ao dá-los ao cliente, o investimento é menor do que um desconto e o valor percebido é muito maior.
ENGARRAFAMENTOS? CRIME? POLUIÇÃO? DINHEIRO?
As maiores do mundo no ano 2000 serão: Tóquio, Cidade do México, São Paulo, Seul, Nova York, Osaka, Bombaim, Calcutá. Buenos Aires e Rio de Janeiro.
OS LIMITES DO POSICIONAMENTO
Vez por outra surge um produto utilizando nova tecnologia que começa a levantar dúvidas se ele é legal ou não, se e ético ou não. O exemplo mais recente é o MP3, uma maneira de transmitir músicas pela Internet. Gravadoras e artistas estão reclamando, afirmando que não há como respeitar os direitos autorais com dados passando eletronicamente de um computador para outro. Enquanto isso, os surfistas fazem a festa, criando CD””””s exclusivos. A guerra está longe de acabar. No final, provavelmente as gravadoras terão que se adaptar. Foi o que aconteceu com o programa que passava velhos video games para os computadores. A indústria do jogo reclamou, reclamou, mas foi derrotada pelo argumento de “preservação da história”. Afinal, se retirassem o programa de circulação, em pouco tempo as pessoas não saberiam mais o que é um “Pac-man”
GANHE DINHEIRO COM INFORMÁTICA
Os investimentos das pequenas empresas em informática, incluindo computadores, programas, redes e periféricos, é o maior de toda a história, tanto que grande fábricas, como a Compaq, por exemplo, estão vindo para cá com força total. Esse mercado, que movimenta nos EUA aproximadamente uns 77 bilhões de dólares, vai crescer aproximadamente 1500 ao ano, pois – para vender mais, baixar custos e sobreviver – muitas pequenas empresas estão deixando de lado métodos tradicionais, investindo pesadamente em tecnologia, principalmente na Internet. É um mercado à prova de crise, e ainda carente no Brasil.
NOVOS NICHOS DE MERCADO
Entrando no século XXI, as tendências para malas e acessórios de couro são: pequenas, inteligentes, seguras e práticas. Com a diminuição do tamanho dos aparelhos eletrônicos, também diminuem os acessórios. Existem cada vez mais fabricantes dedicando-se a nichos, como acessórios para telefones celulares, pagers, palm tops, CD players e notebooks – e ainda existe espaço para mais, uma vez o que o mercado brasileiro só tende a aumentar.
SINAL VERDE
Atenas, Barcelona, Florença e Lisboa são algumas das cidades que estão baixando leis permitindo apenas veículos que emitam o mínimo de poluentes em seus centros. No Brasil, tem-se experiências como os carros elétricos de Curitiba. Especialistas afirmam que esse tipo de lei será tão popular nos próximos anos como foi a lei de lei área não-nuclear nos anos 70.
OCUPACIONAL
Um saquinho de estopa conteúdo “as areias mais macias do mundo”. Uma cobra de plástico, cujas articulações fazem um barulhinho quando movidas. Qual o propósito desses produtos? Seguindo seus fabricantes, manter os adultos com as mãos ocupadas, sendo um ótimo auxiliar para quem quer reduzir o estresse ou parar de fumar.
COMERCIAIS NA TV? BLEARGH!
Pesquisa efetuada pela Marketing Daily nos EUA mostra que somente 15% dos adultos americanos dizem gostar dos comerciais na televisão, enquanto que mais do que o dobro (34%) gostam de anúncios em jornais e revistas. Tá vendo? Anuncie em Técnicas de Venda!
REFRESCANDO
Uma ótima promoção foi feita para o produto contra queimaduras Caladryl. Em várias praias do Brasil, foram distribuídas amostras grátis do produto. Até ai, nada demais. Porém, atrás do distribuidor de amostras, com um daqueles borrifadores de lavoura nas costas, ele dava uma borrifada de água doce em quem recebia o sampling. Nada melhor para passar a idéia de frescor do produto e, ao mesmo tempo, aliviar o calor e o sal da maresia do verão.
GUERRA PELA CIRCULAÇÃO
A guerra dos jornais já está produzindo frutos indesejáveis nos Estados Unidos. E o mesmo pode acontecer por aqui. Após analisar vários casos em que o consumidor comprava o jornal, tirava o brinde e jogava o exemplar fora sem sequer ler a manchete, a ABC (espécie de IVC de lá) resolveu não considerar na contagem de circulação de jornais a venda que decorrer de uma promoção específica.


