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Filhos criados, vida estabilizada ? será a hora da tão esperada aposentadoria? Tempo de ficar em casa curtindo as tardes de folga e fazendo tricô? Não para Sueli. Filhos criados, vida estabilizada ? será a hora da tão esperada aposentadoria? Tempo de ficar em casa curtindo as tardes de folga e fazendo tricô? Não para Sueli.

Sueli Amodio, 59 anos, é o exemplo vivo de que nunca é tarde para começar. Aos 47 anos ela resolveu entrar para o mundo dos negócios. Na época, a amiga e vizinha Ivani Nascimento, 52 anos, dona de uma pequena empresa, chamada Helpmed (São Paulo), que fornecia materiais e serviços personalizados para hospitais, a convidou para ser sua sócia. ?Eu sou uma pessoa muito ativa?, diz Sueli. ?Sempre trabalhei. Só diminuí o ritmo para criar os meus filhos bem de perto?, explica. E continua: ?Quando o meu filho mais velho chegou na época de escolher a profissão, pensar em vestibular, percebi que eles já estavam ?criados? e não precisavam mais da minha dedicação total. Foi nesta época que surgiu a oportunidade de abrir a Helpmed.?

Confiança e seriedade – Sueli, que tinha poucas experiências profissionais ? principalmente na área de importação, o forte da Helpmed ?, começou a cuidar da parte administrativa da empresa. ?Fui aprendendo na marra, apanhando um pouco, até engrenar?, diz. Com o tempo, a Helpmed cresceu e ampliou seu foco, sempre na consultoria na área de saúde.

Aproveitando a credibilidade da empresa no mercado, as duas sócias começaram a explorar um nicho em ascensão: a estética. Atualmente, a Helpmed representa dez empresas internacionais e importa produtos que vão desde rejuvenescedores faciais a próteses de silicone. Sueli e Ivani são enfáticas ao dizer que a parceria deu certo porque sempre foi baseada na confiança e na seriedade. ?O fato de eu não ter experiência na área não atrapalhou, pelo contrário. Eu vi a oportunidade como um desafio e batalhei para que desse certo?, diz Sueli. ?Muitas vezes, tivemos que alterar os rumos do negócio devido a forças externas como mudança no câmbio do dólar, legislações, para poder expandir mais?, conta Ivani.

Diálogo e proximidade – As duas se referem à Helpmed como uma grande família, onde machismo não tem vez. ?Sempre fomos respeitadas pelos nossos funcionários, fossem eles homens ou mulheres?. Para Ivani, ser uma boa líder é, acima de tudo, dar exemplo de profissional e de ser humano. Manter as rédeas firmes, mas com muito diálogo e proximidade. ?Um líder deve dar demonstração para cada colaborador de que ele é uma peça importante da engrenagem?, diz ela.

E esse trabalho frutificou tanto que superou as expectativas das sócias. ?Vemos que conseguimos acrescentar algo de bom no mercado da saúde, trazendo novas tecnologias e produtos ao nosso país. Também conseguimos desenvolver produtos novos aqui mesmo no Brasil. Isso nos dá uma sensação muito boa de metas cumpridas, de sucesso?, diz Ivani.

Mas que fique bem claro: para as duas, nenhum sucesso supera o de se estar perto da família e dos amigos. ?Meu neto, por exemplo, tem prioridade máxima?, diz Sueli. ?Sinto-me totalmente preenchida em todas as áreas da minha vida e considero que este é o verdadeiro sucesso?.

Visite o site: www.helpmed.com.br
*Colaborou Yuri Antigo

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