SOCORRO! TENHO MEDO DE VENCER (2)

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No mês passado você viu um pouco do que deve ser feito para vencer o medo de vencer. Mas, apenas isso não é o suficiente. Há também a parte sobre o que você não deve fazer. São pequenas coisas que podem transformar em fumaça o melhor dos planos e intenções. E como uma tirinha do Dilbert. A empresa dele contrata um palestrante motivacional. A receita do palestrante: “Vocês devem trabalhar mais … Ou perderão o emprego.

Alguma pergunta?”.

A seguir, os monstros que devem ser derrotados dentro de você e da sua empresa:

NEGATIVISMO – Sabe aquela hiena dos desenhos animados que só fala “Oh, dia! Oh, vida! Oh, azar! Isso não vai dar certo? Esse é um dos piores tipos de pessoas. É capaz de acabar com o ânimo em qualquer ambiente de trabalho. E o pior, sua opinião geralmente vence. Ele tem a Lei de Murphy para apoiá-lo. E, além de serem em grande número, acabam evitando que as coisas aconteçam. Afinal, para que se arriscar, fazer algo diferente? Não vai dar certo mesmo. Vamos pelo menos economizar algum dinheiro. Há uma solução para se ver livre desse tipo de pessoa: quando alguém vier com um excesso de negativismo, mesmo disfarçado de precaução, diga algo como: “Cala aboca, Magda!”.

PRESUMIR VERDADES” – SÓ porque uma coisa nunca foi tentada, não quer dizer que ela não funciona. Todas as empresas têm uma série de “verdades” não escritas, que ninguém se atreve a questionar. Lute contra isso. Pergunte, questione. Você vai descobrir maneiras de ganhar dinheiro que nunca imaginou.

ATIVISMO – É a doença do século. Significa estar sempre ocupado, fazendo várias coisas ao mesmo tempo, sem tempo para refletir no porquê de se estar fazendo aquilo, e, pior, em maneiras melhores de se fazer aquele mesmo serviço. O ativismo tem uma boa imagem, mas produz péssimos resultados. Você passa pela sala da pessoa, vê ela falando em dois telefones ao mesmo tempo, enquanto digita algo no computador. A eficiência dessas ações: próximas de zero. Essa pessoa acaba fazendo várias coisas, nenhuma delas de forma satisfatória. Procure focarem uma coisa de cada vez.

20 DICAS PARA O SUCESSO
Por Luiz A. Martins Filho

1- Elogie três pessoas por dia.

2- Tenha um aperto de mão firme.

3- Olhe as pessoas nos olhos.

4- Gaste menos do que ganha.

5- Saiba perdoar a si e aos outros.

6- Trate os outros como gostaria de ser tratado.

7- Faça novos amigos.

8- Saiba guardar segredos.

9- Não adie uma alegria.

10- Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.

11- Sorria.

12- Aceite sempre uma mão estendida.

13- Pague suas contas em dia.

14- Não reze para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.

15- Dê às pessoas uma segunda chance.

16- Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso.

17- Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.

18- Dê o melhor de si no seu trabalho.

19- Seja humilde, principalmente nas vitórias.

20- Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.

INVEJA E FOFOCA – São dois dos principais passatempos dentro de uma empresa. Algumas vezes são vistos como uma brincadeira inocente, mas são extremamente danosos. Destroem o ambiente interno. Mas o pior acontece com os invejosos e fofoqueiros. Eles gastam tanto tempo se preocupando com a vida dos outros que esquecem de viver a própria vida. E acabam prejudicando o seu trabalho.

DESCULPAS – Você deveria estar lendo aqui algo sobre os problemas que as desculpas trazem, mas não deu tempo para fazer essa parte, sabe? Deu um problema no meu computador e…

Não há nada pior do que ouvir essas coisas. E tem gente que se especializa nelas. Acaba perdendo a confiança dos clientes interno e externo.

GANÂNCIA – É querer tudo para si. É levar vantagem em tudo, “cerrrto?”. Os gananciosos são incapazes de trabalhar em grupo, só vêem o lucro imediato. Não se preocupam em cativar clientes ou planejar um pouco. O tipo de pessoa responsável pela quebra de muitas empresas.

VÁ E FAÇA

É natural ter medo diante do desconhecido. Uma tarefa nova, uma idéia a ser implantada, uma chamada fria que você tem de fazer. Vá em frente. Faça acontecer. Não se importe corri a reação inicial das outras pessoas.

Certa vez, perguntaram a Nelson Piquet qual conselho ele daria para quem está começando. A resposta vale tanto para o automobilismo quanto para qualquer área onde você esteja: “Antes de pensar cm acelerar como um alucinado, tentando vencer só no braço, pense um pouco mais na parte mecânica, nos acertos.. Por exemplo, convencionou-se que na chuva o carro deve ter todo aerofólio e pressão aerodinâmica possível. Em Silverstone, um circuito com três grandes retas e alta velocidade, todo mundo fazia isso. Um dia, apareci em plena chuva com o aparato de um carro acertado para o seco. Riram da minha cara. Larguei e, nas duas primeiras curvas, fazendo bem devagar, um monte de gente me passou. Nas retas, eu passava por eles como um foguete. Foi, talvez, a minha vitória mais fácil.”

É a mesma idéia por trás do “Samba de Uma Nota Só” de Tom Jobim: “Muita gente por ai fala, fala e não diz nada! Ou quase nada! Já me utilizei de toda escala e mio final não deu em nada…”, mas com apenas uma nota, ele fez uma obra-prima.

Essa é a diferença. Mesmo que você só tenha uma idéia um compromisso, um projeto, se o fizer rodar você será muito mais útil do que quem centraliza muitas coisas e não faz nada.

E o professor Marins nos mostra que fazer é fácil. Faz parte da nossa cultura querer complicar as coisas. Mas as soluções são geralmente simples. Simplifique, e faça agora. Faça a diferença. Seu bolso agradecerá.

O QUE É UM CAMPEÃO
Por Evandro Mota

O Campeão
Diz: Vamos descobrir”.
Quando erra, diz: “Eu estava errado”.
Trabalha mais que os outros e tem mais tempo.
Pensa no que quer que aconteça.
Sempre tem um sonho e um projeto para realizá-lo.
Diz: “Eu estou bem, mas ainda vou estar melhor”.
Ouve e aprende ouvindo.
Está sempre dizendo: “Deve haver um jeito melhor de fazer isso”.
Faz as coisas acontecerem.
Enxerga uma resposta para cada problema.
Não vence pessoas, vence obstáculos e desafios.

Os Outros
Dizem “Ninguém sabe”.
Quando erram, dizem: “Não foi nossa culpa”.
Estão sempre ocupados para fazer o que é necessário.
Pensam no que têm medo que aconteça.
Têm várias desculpas.
Pensam: “Não estamos tão mal quanto muitas outras pessoas”.
Só esperam sua vez de falar.
Dizem: “Esse é o jeito como isso sempre foi feito aqui”.
São vitimas das circunstâncias.
Enxergam um problema para cada resposta.
Nunca vencem.

Artigo baseado no livro “Socorro! Tenho medo de vencer”, de Luiz A. Marins Filho, Ph.D., Editora Harbra. Disponível no acervo Venda Mais. Para adquiri-lo, ligue (041) 336-1613 e fale com a Cláudia. Se preferir, http://www.editoraquantum.com.br

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