Superação na vida e nas vendas

Como esse vendedor conseguiu se tornar sócio da empresa?

Sabe aquele momento da sua vida em que as coisas não estão dando certo? Ildefonso Antônio dos Santos, o supervendedor deste mês, já passou por isso. E quem nunca passou, não é mesmo? Foi uma fase em que seu carro estava com mandado de busca e apreensão, ele estava sem dinheiro, devendo à financeira de cartão de crédito e ao banco – nada muito animador. E, para completar, sua esposa, Rosane, estava com problemas de coluna, sentindo fortes dores que a obrigava ir ao pronto-socorro tomar remédios fortes. Mas é na necessidade que algumas pessoas têm um estímulo maior para se superar, seguir em frente, sem ter medo de agarrar as oportunidades quando elas pintam na nossa frente! Pelo menos foi assim que aconteceu com Ildefonso.

 

Sua vida como profissional começou aos 15 anos, quando conseguiu uma vaga no Programa Adolescente Trabalhador do Banco do Brasil. Nessa época, seu pai era porteiro da Febem em Porto Alegre, RS, e sua mãe era dona de casa. Trabalhou no exército como aspirante a oficial por um tempo até passar no concurso do BB. Terminou o curso de direito e foi transferido para o setor jurídico do banco, no qual trabalhava como assessor. Nessa época, Ildefonso estava com um trabalho paralelo como representante de uma multinacional e recebia, por fora, mais que o salário de seu gerente. Diante disso, sentiu-se encorajado a sair do banco, porque sabia que ainda demoraria um longo período para conseguir o cargo de advogado. Criou coragem, pediu demissão e passou a advogar e a trabalhar como vendedor.

 

Mas, infelizmente, foi depois disso que as coisas pioraram, pois a empresa que ele representava estava passando por um período de crise e já não era mais possível conquistar os resultados anteriores. Junta-se a isso os problemas de saúde da esposa – era um momento complicado. Uma colega da multinacional ofereceu um colchão diferenciado, terapêutico, para tentar amenizar as dores de Rosane. O detalhe é que Ildefonso não tinha dinheiro para comprar o produto nem podia se afundar em mais dívidas. Mas vendo que a empresa de colchões ia muito bem, ele teve uma ideia e sugeriu para a amiga: “Se eu comprar o colchão, posso trabalhar com vocês?”. Ela topou na hora e, a partir daí, a história de Ildefonso deu uma virada. 

 

O colchão para a esposa foi pago em longas prestações, e o resultado terapêutico com o produto foi tão positivo que só fez Ildefonso ter mais facilidade em oferecer o produto. Nos primeiros cinco meses na Cia. do Sono, ele vendeu tanto que foi destaque na empresa, formou uma equipe de vendas e abriu uma distribuidora em setembro de 1999. Em um ano, ele conseguiu pagar todas as suas contas, comprar um carro, um apartamento, uma caminhonete, enfim, teve a situação financeira da família completamente restaurada. Mas o trabalho foi duro durante esse período, a dedicação era das 7h às 23h. “Eu não voltava para casa se não tivesse atingido a minha meta”, conta. E a meta dele era superior a um colchão por dia. Difícil, considerando que cada colchão custa entre R$2 mil a R$5 mil, exatamente por ser um produto diferenciado, feito de acordo com a necessidade e biótipo de cada cliente.

 

Daí em diante, sua carreira decolou. Ildefonso acabou abrindo uma unidade de vendas em Brasília, DF, depois de ter ficado por lá uns dias e ter vendido aproximadamente dez colchões em 15 dias. Fez contato com vários políticos e até a equipe médica de Lula optou pelos colchões da Cia. do Sono para auxiliar nos tratamentos de bursite do presidente. Após três anos em Brasília, foi para São Paulo, SP, abrir um showroom da empresa. “No primeiro ano, foi muito difícil, porque eu não sabia andar na cidade, mas comprei um GPS e foi minha receita de sucesso”, conta animado. No segundo ano, Ildefonso foi o campeão nacional de vendas, no terceiro, o bicampeão e, no quarto, foi convidado pelo presidente para se tornar sócio da empresa.

 

Desde que entrou na empresa, há dez anos, Ildefonso sempre esteve entre os cinco melhores vendedores. Sua principal realização é estar na casa dos clientes. Ele acredita que, para ser bom, é necessário ter disposição para atender e disponibilidade para fazer com que o negócio dê certo. Atualmente, seu desafio é aumentar as vendas da empresa por todos os cantos do País e também no exterior. Ildefonso já conseguiu parcerias para a exportação de seus produtos na Angola e nos Estados Unidos. No Brasil, a meta é conseguir um representante em cada cidade brasileira. Para isso, está procurando profissionais que, como ele, vestem a camisa da empresa e trabalham com dedicação.

 

Para saber mais:

Visite os sites:                                                           

www.ciadosono.com.br – Site oficial da fábrica.

www.colchaoterapeutico.com.br – Portal de comunicação com os clientes, criado por Ildefonso (com mais de 20 mil visitantes únicos por mês) com informações sobre saúde e respostas às dúvidas dos clientes.

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