Superando a frustração

Diante das frustrações, uma pessoa com grande auto-estima é capaz de modificar a maneira de ver o fracasso, entendendo-o simplesmente como prova do distanciamento entre o objetivo e a realidade. Diante das frustrações, uma pessoa com grande auto-estima é capaz de modificar a maneira de ver o fracasso, entendendo-o simplesmente como prova do distanciamento entre o objetivo e a realidade. Não avalia as perdas como um sinal de incompetência pessoal, pelo contrário, transforma-as em oportunidade de conhecer as imagens errôneas da realidade, entendendo as estratégias que não funcionam. Por outro lado, a baixa estima amplia os sentimentos de frustração e gera desânimo, pessimismo ou até depressão.

O estabelecimento de objetivos ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade que se instalam nos momentos difíceis da vida, pois a tensão emocional leva ao desânimo e impede que se avance na construção do futuro desejado. O compromisso com objetivos viáveis gera energia para superar obstáculos e barreiras.

Para transformar a vida e atingir níveis adequados de auto-estima, é preciso combater pensamentos destrutivos e idéias arraigadas que impedem de persistir. Falar a verdade para si é o começo desse processo, pois ajuda a ver as coisas como realmente são e a manter a calma diante de situações complexas.

Trata-se de desafiar continuamente as teorias sobre o motivo das coisas serem como são. Significa, também, expandir a consciência e aprofundar o conhecimento sobre a verdade que está por trás dos fatos. Quanto maior for o compromisso com a verdade maior a chance de acionar mecanismos criativos de encarar a realidade.

Um bom exercício é focalizar um determinado objetivo e imaginar que foi totalmente realizado. Em seguida, perguntar-se: se eu tivesse realmente conseguido isso, o que me traria de bom? Geralmente, a resposta revela desejos ocultos mais profundos que o objetivo inicialmente traçado.

Uma pessoa pode ter como objetivo ocupar um cargo importante na empresa, mas o que deseja, na verdade, é ser o centro das atenções. Por isso, é muito importante admitir sua real intenção e entender que sua busca é emocional, não se trata especificamente da carreira profissional.

A constante e verdadeira conversa consigo possibilita entender as verdadeiras razões para as buscas pessoais, expandindo a consciência e a compreensão da interdependência entre o comportamento e suas conseqüências. Embora seja difícil ter uma visão completa das múltiplas influências das posturas pessoais na construção da realidade, o fato de estar aberto a essa compreensão já é suficiente para ampliar o raciocínio e o entendimento.

Como é impossível encontrar uma definição consensual de felicidade, o que pode ser feito é vincular a felicidade à busca de viver em paz consigo e com o outro. Essa afirmativa realça a importância dos objetivos de vida e do seu papel norteador de decisões e escolhas.

Sem definir rumos, desperdiça-se energia, tempo e dinheiro, sem que os esforços resultem em felicidade. Há quem escolha viver sem planejar. Mas determinadas condições precisam ser preparadas com antecedência. Quem deseja ser aprovado em um exame de mestrado não aprende um idioma estrangeiro às vésperas das provas.

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