Supermercado faz parceria com site para vender mais barato

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Não quer pagar 20 reais numa garrafa de vinho? O supermercado norte-americano Ralphs Grocery juntou-se ao site Priceline para que os próprios clientes façam ofertas de certos produtos oferecidos. Os usuários têm a vantagem de usar o serviço online para mais de 240 categorias de produtos. Dentro de 60 segundos o cliente recebe uma notificação se a sua proposta foi aceita ou não. Essas compras especiais são pré-pagas pelo cliente, usando cartão de crédito, e depois retiradas no supermercado mais próximo da sua casa. James Patitucci, vice-presidente sênior da cadeia varejista, diz que essa parceria online vai acabar atraindo mais gente para suas lojas: “Nossa parceria Com a Priceline combina o poder da Internet com a conveniência da loja no bairro, criando novas opções para pessoas preocupadas com preços. Qualquer cliente está sempre procurando oportunidades para baixar suas contas mensais. Nós acreditamos que essa parceria atrairá mais clientes, além de nos dar uma vantagem estratégica em relação à concorrência
.” O problema é gastar uma hora negociando item por item da sua lista de compras e depois economizar R$ 8,95…

Suporte ao Vivo aumenta vendas e otimiza atendimento
A situação é quase sempre a mesma. O internauta acessa uma determinada loja de comércio eletrônico e depois de vários minutos navegando pelo shopping virtual, abandona o carrinho, sem efetivar a compra. O problema, que é responsável por uma redução significativa do faturamento de lojas de comércio eletrônico, em muitos casos, é causado pela falta de informação sobre os produtos.

“Ao tentar comprar um produto, muitas vezes o consumidor acaba tendo dúvidas que não podem ser solucionadas com as informações disponíveis no site”, explica Peter Wu Dirickson, diretor da empresa e um dos responsáveis pelo lançamento do Suporte ao Vivo, um sistema que promete revolucionar o mercado de Internet brasileiro. “A partir de agora, o e-business terá um atendimento diferenciado e em tempo real.”

De fácil instalação, o Suporte ao Vivo permite que o internauta, através de um simples dique em um link, entre em contato com um atendente que o auxiliará no processo de compra ou, simplesmente, fornecerá informações sobre produtos ou serviços, como no caso de sites institucionais.

Nos Estados Unidos, onde foram instalados sistemas de atendimento online, as vendas através de e-commerce subiram de 5% para 30%. O número de usuários que enchia os shoppings carts e, na última hora, desistia da compra também caiu consideravelmente.

Uma das principais vantagens do produto é reduzir os custos com as chamadas 0800. Para se ter uma idéia, um único operador pode atender até quatro usuários simultaneamente, otimizando seu tempo de trabalho. O atendimento ao consumidor no Brasil, em geral, ainda é precário, seja feito via telefone ou e-mail. Muitas empresas demoram até uma semana para responder os e-mail enviados pelo internauta. “Nesse período, ele já acabou, em muitas vezes, desistindo de fazer a compra”, ressalta Peter. Para obter o sistema em seus sites, as empresas precisarão apenas instalar um link na página e, com isso, receberão uma licença para utilizar o produto. Eventuais upgrades no serviço serão feitos automaticamente através do Suporte ao Vivo. Mais informações: http://www.suporteaovivo.com.br

Lei de e-commerce será regulamentada até final do ano
Até o final do ano, o Brasil deverá ter uma lei para regulamentar o comércio eletrônico no País. A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o assunto se reuniu em setembro para começar a elaborar o relatório final. De acordo com fontes consultadas pelo Canal Web, a nova legislação deverá ser liberal, a fim de evitar empecilhos ao desenvolvimento do setor.

Com a Lei, os consumidores terão garantias em questões como proteção à privacidade e segurança, além de prazos para entrega do produto comprado. Para os vendedores, haverá uma regra para estipular a validade legal de assinaturas e contratos eletrônicos. Ficará estabelecido ainda, que, durante cinco anos, nenhuma transação na Web terá tributação diferenciada.

O deputado Julio Semeghini, relator da Lei, disse que a intenção não é amarrar o setor, mas dar responsabilidades. Ele lembrou que questões como assinaturas eletrônicas e reconhecimento de documentos eletrônicos são cruciais para o mercado de comércio eletrônico.
Fonte: Canal Web – http://www.canalweb.com.br

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