TEM SEMPRE UMA MANEIRA MELHOR – CRIATIVIDADE

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Via de regra, os programas de televisão destinados a empresários não são campeões de audiência. Muitos resumem-se a longas palestras de algum figurão. A rede britânica BBC mudou tudo isso com o programa De Volta ao Chão de Fábrica. O primeiro passo é levar o apresentador/consultora uma empresa. Ele faz uma rápida análise dos problemas ali vigentes, mas não diz nada de imediato. A seguir a rede pega o presidente, diretor geral, dono ou equivalente e o coloca para trabalhar um dia inteiro em uma das posições mais baixas da empresa, e em frente das câmeras. Após a experiência, o alto executivo e o consultor se reúnem para uma rápida troca de idéias, levantando ações que podem ser feitas para melhorar a empresa.
Além de ser útil para quem participa e quem assiste, o ponto alto é ver os mandachuvas de esfregão na mão. E nessas, acontece de tudo. Um dos programas de maior audiência envolveu o dono de uma cadeia de restaurantes, rebaixado a ajudante de cozinheiro. Após o cuca ter pedido para ele descascar a mesma cebola pela quinta vez (“E descasca direito, dessa vez!”), o chefão saiu bufando da cozinha e mandou a equipe de reportagem enfiar a câmera em um lugar impublicável. Apesar dos protestos, a cena foi ao ar.
TRATAMENTO DE ESTRELA
NOVOS PRODUTOS
Não é segredo que as fotos estrelas das páginas centrais de revistas masculinas (e femininas, também) passam por vários retoques antes de serem impressas. Imperfeições da pele somem, o rosto é iluminado corretamente, olhos ficam mais expressivos e centenas de outros truques. Tudo isso agora está disponível para os simples mortais. A mais recente evolução daquelas máquinas de tirar fotos nos shoppings permite que as pessoas adicionem vários efeitos que fazem qualquer um virar um artista. Lógico que quem mais gosta da novidade são as garotas adolescentes.
MISTURANÇA
VAREJO
Durante muito tempo, o lobby das farmácias fez pressão contra a venda de medicamentos em supermercados. Só que, de repente, foram elas que começaram a vender contida, refrigerantes, fitas de vídeo e, no caso da paraense Big Ben, até mesmo aparelhos de som, celular e roupas.
O contra-ataque não demorou. As redes de supermercado Bompreço e Extra já estão montando farmácias dentro de suas lojas. Elas contam com farmacêutico, como manda a legislação, e possuem um caixa separado, para evitar o extravio das pequenas caixas de medicamento.
A briga está longe de terminar.
PROBLEMAS E SOLUÇÕES
ALTERNATIVAS DE NEGÓCIOS
Depois dos atentados que aconteceram ano passado, a segurança passou a ser a grande preocupação, pondo em risco alguns negócios. Veja alguns exemplos e as saídas encontradas:
– Empregados se recusam a viajar – pegar um avião para falar com pessoas de outras filiais ou unidades da empresa, passou a ser encarado como uma atividade de alto risco. Ponto para as videoconferências.
– Estrangeiros não querem ir negociar nos Estados Unidos – vale a máxima: “Se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé.” Os executivos norte-americanos estão enfrentando horas de viagem para fechar negócios em outros países.
– Jeitinho norte-americano – as preocupações com segurança tornaram-se também exageradas nas fronteiras. Uma transportadora na fronteira do México com os Estados Unidos estava perdendo vários clientes, devido a atrasos de até três horas na vistoria de carros na fronteira. A solução estava ao lado: a fila especial para pedestres e bicicletas. A transportadora montou uma equipe de ciclistas para entregar documentos e pequenos volumes e o atraso desapareceu. Além disso, estão economizando em combustível e manutenção de automóveis.

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