Uma empresa que não se inova no mercado, terá um curto ciclo de vida Como conseguir os melhores desempenhos? Existem dois processos interessantes: o Kaizen, que são melhorias sem gastos (é possível) e o Kairyo, que é através de gastos e investimentos. Uma empresa pode melhorar e diminuir seus custos fixos, basta, para isso, observar como é sua organização interna. A cada papel poupado aumenta sua “gordura” ou a torna competitiva. E ser competitivo é ter produtividade (produção com qualidade e inovação). Não adianta ter produção (volume, quantidade) se o mercado não absorve ou, mesmo absorvendo, a lucratividade é pouca e não “paga” os investimentos feitos nem a manutenção do negócio. Por outro lado, esquecer de investir é o mesmo que jogar uma partida de futebol sem reservas.
Terminou? Começa novamente! Uma empresa que não se inova no mercado, procurando agir com competitividade e sendo produtiva, terá um curto ciclo de vida e, quando terminar o exercício, o término será de sua existência.
Se em uma casa é necessário organização, controle e qualidade, por que na sua empresa isso não acontece? Por que você determina ordens ou metas à sua equipe, sabe cobrar os resultados, mas não avalia o que realmente acontece nem dá os meios para que as metas sejam alcançadas?
Mudanças requerem tempo. E tempo significa planejamento, execução, verificação e atuação por parte de todos, inclusive dos donos do negócio. Se eu atravessar uma rua sem olhar para os lados, posso ser atropelado. Se eu colocar os vendedores no campo sem suporte ou com um suporte precário, como poderei delegar poderes para que minha empresa seja representada neste mercado globalizado?
Acorde, amigo! Se você não valorizar sua turma, logo o mercado puxa o seu tapete. Muitas lojas de varejo, para ter um melhor preço, esquecem do principal: os clientes internos, que são colocados na arena com os leões famintos (clientes externos), sem preparo e proteção. Investir é competência gerencial e delegar poderes é visão estratégia. Ser líder é competência mercadológica, eliminar as barreiras internas é projeção. Valorizar o cliente interno é a tática do planejamento estratégico da nova administração de recursos humanos, e ser produtivo é a condição essencial para sobreviver.
Não sabe como fazer? Use empatia, coloque-se na posição dos clientes (interno e externo). Olhe com os olhos deles, sinta como eles sentem, respire suas emoções, descubra seus desejos e defeitos e logo os dominará. Domínio não é mandar, mas satisfazer suas necessidades e, conseqüentemente, ter sobrevivência. Antes de tudo, descubra os seus defeitos e desejos, os da sua empresa e os da sua equipe de vendas, e mude pra melhor. Depois, identifique os da concorrência e, com a sua mudança, tome mercado, mas seja cauteloso nas suas ações e no seu planejamento. Ter atitudes positivas ao aumento de volume de vendas e de posição mercadológica é interessante, mas atitude não é ação. Fazer ação com os resultados superelevados, em cotas extrapoladas, é o mesmo que achar dinheiro embaixo de uma pedra. É lenda!


