Transformando chefes em líderes

Quer conversar com um especialista?
Entre em contato!

Há uma carência de lideres, em vários segmentos, há anos. Na música, na cultura, no esporte, na política, então, nem pensar! Aonde estão as novas lideranças! Ou você faz, ou acha pronto!

Direcionando o foco para a empresa, quais as melhores, as que estão dando certo (os Benchmarking)? São aquelas cujos líderes estão “dando a cara para bater”, estão no “front”, gerando seguidores, renovando, inovando, ousando e criando um modelo “Brasileiro” na globalização.

A era dos “Chefossauros Gabrielas” (nasceram assim e vão morrer assim), já era. Fazem parte do “grupo do entulho”. Não decidem, não desenvolvem habilidades, não fazem sucessores e muito menos formam banco de reservas (por medo, por temer o temor – até de delegar), e não tem “times” (TEAMWORKS).

Quais os chefes da sua empresa ou negócio que você pode transformar em lideres/negociadores, gerenciadores de mudanças e da “virada”? Eis abaixo algumas dicas práticas, já com ações por parte dos lideres:

1) Dar, obter e dividir informações com seus seguidores.

2) Compartilhar o poder, delegando e premiando iniciativas e responsabilidades.

3) Criarem pouco tempo multiplicadores, gerando confiança para que possam atingir seus objetivos com seus próprios esforços.

4) Remover barreiras, para liberar a energia e os talentos individuais e pró-ativos.

5) Resolver conflitos, impasses que paralisam a ação do grupo.

6) Decidir, decidir, decidir.

O cerne da questão é o relacionamento entre lideres e seguidores, dentro da “cultura” e do momento vivido pela organização e pelo grupo. Lembre-se que a liderança se conquista e não se impõe. Hoje o líder é um negociador ganha-ganha, em equipe.

Já perdemos grandes safras de chefes, que ficaram chefes e não passaram a gerentes por falta de programas sérios e projetos planejados de Treinamento e Desenvolvimento Gerencial.

Portanto, para liderar e conviver com as mudanças do REAL, é chegada a hora de construir novos líderes, juntar forças, mobilizar recursos, suportar sacrifícios e agir rápido para descobrir talentos. Como fazer?

a) Eliminar reuniões improdutivas, aquelas sem decisões.

b) Resgatar o tempo para planejar e decidir.

c) Crescer com inovações e correções. Erros!

d) Compreender os seguidores/multiplicadores e suas necessidades.

e) Estimular a capacidade de motivar/agir.

f) Ter coragem, firmeza e decisão para enfrentar conflitos

g) Priorizar e informar: o mais importante, o urgente, e os detalhes.

h) Resolver problemas de gestão e não de concepção.

Enfim, por definição os líderes sempre têm poder, mas muitos detentores do poder não têm o menor traço de liderança. A diferença está na forma marcante de ser (estilo) e de como usar o poder (muitas vezes centralizando informações). E o seu estilo de liderar, como vai? Você conhece a si mesmo? E os seus seguidores? Um melhor entendimento dos pontos fracos e potencialidades definem posições.

Na hora de recrutar, selecionar e treinar ou reciclar, escolha as pessoas comprometidas com a empresa e a divisão do lucro. São traços importantes: liderança, pensamento estratégico, intuição, extroversão, lógica, criatividade, assumir riscos, conviver com mudanças.

Nos mais de 15 anos como consultor estratégico, tenho constatado que só os recursos e o talento humano dos líderes superam os acidentes de percurso enfrentados pelos times, como por exemplo “downsizing”, acomodações, obsoletismo, modismos e reengenharia. E transformar ou morrer.

O professor Wilson R. Martins é diretor do grupo Catho e consultor estratégico na área de gestão gerencial. Ele pode ser contatado pelo telefone (011) 284-7033.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Conteúdos Relacionados

Como ajudar vendedores a usarem IA melhor

Como ajudar vendedores a usarem IA melhor

Seu vendedor não resiste à tecnologia. Resiste ao trabalho que ...
Leia Mais →
Venda consultiva não é venda comportada

Venda consultiva não é venda comportada

10 verdades comerciais para recuperar o olho do tigre sem ...
Leia Mais →
A neurociência do ghosting em Vendas: por que o cliente prefere sumir do que dizer “NÃO”

A neurociência do ghosting em Vendas: por que o cliente prefere sumir do que dizer “NÃO”

O cliente pediu proposta. Elogiou a reunião de apresentação. Disse ...
Leia Mais →