Você trabalha em uma equipe onde todos estão desmotivados? Não seja mais um!

Paulo Angelim diz o que fazer para se motivar quando toda sua equipe está desmotivada

Cuidado! A falta de motivação, entusiasmo e ânimo são contagiosos, viróticos. Se espalham pelo ar, pelo contato. Por isso, se for possível, fique longe de focos contagiosos, ou seja, corra de gente que é para baixo, que faz você pensar pequeno e ?encolhe? sua mente. Esse tipo de gente drena sua energia, mina suas esperanças e empurra o horizonte para bem longe.

Quando não é possível fugir?

Às vezes, nos vemos imersos em verdadeiros caldeirões de germes, bactérias e vírus mentais, loucos para encontrar uma mente sadia e trucidá-la. Quando olhamos para o lado, vemos que fazemos parte de equipes e empresas com mentes completamente corroídas pelo negativismo, derrota, fracasso, mediocridade e falta de autoconfiança. E quando isso ocorre, em vendas, uma área que notadamente necessita de uma dose cavalar de motivação, o problema se torna mais grave. Então, o que fazer para não ser assolado e cair enfermo?

Só vejo um jeito: tomar muita vitamina, se alimentar bem e fazer exercícios; só que tudo isso para mente. É isso mesmo! Precisamos vitaminar, alimentar e exercitar nossa mente, para criar nela um campo de força, um escudo capaz de conviver com esses ataques e não sucumbir diante deles. Ora, se pessoas lhe chegam com idéias mesquinhas, pensamentos negativos e derrotistas e você não tem nada melhor para acreditar, passará a acreditar exatamente nessas idéias. Por isso, blinde a sua mente com idéias altivas, exercite-a com fé e veja o invisível, o inalcançável.

A natureza é sábia em nos mostrar exemplos de sucesso. Nos rincões do sertão nordestino existe uma árvore que, apesar do ambiente inóspito, seco, adverso, se mantém viçosa, verde e com a copa frondosa. Chama-se juazeiro. Seu verde chega a doer na vista, face o contraste que ela gera com o resto do ambiente tórrido. E isso ocorre unicamente porque o juazeiro tem raízes profundas, que vão buscar o alimento e a água necessários lá embaixo, lá no fundo.

O que lhe impede de fazer o mesmo, se destacar em meio a tanto ostracismo e negatividade? Nada! Da mesma forma que o juazeiro, você deve fincar suas raízes, os canais de alimentação de sua mente (olhos, ouvidos), em nutrientes sólidos, profundos, só encontrados na fé, nos textos positivistas, nos relacionamentos construtivos. Sim, porque apesar de você não poder escolher com quem vai conviver, poderá sempre escolher com quem vai se relacionar, bem como o que vai ler. Seus atos são reflexos do que você crê. E o que você crê é reflexo do que você usa para alimentar a sua mente, seja em suas leituras ou em seus relacionamentos.

Lembre-se

O ambiente pode, se você permitir, influir em quem você é ou em quem você poderá vir a ser. Mas o que realmente determina você são os seus valores, suas crenças acerca do mundo, dos outros e, principalmente, de si. Se você quiser, agora mesmo, acreditar que vai produzir muito pouco, fique certo de que é isso que você colherá. O que você tem plantado em sua mente?

Mas não esqueça de uma coisa: só motivação e pensamento positivo não bastam para você se superar e vencer os obstáculos, bem como os meios inóspitos. Você também precisa se capacitar, se aperfeiçoar em sua área, em sua expertise. Caso contrário, teremos um incapaz motivado. Você pode até ter força de vontade para querer, mas não saberá como. Por isso, recicle-se no coração (emoções), na mente (motivações) e no cérebro (conhecimento). E siga seu caminho, sua jornada, que só tem uma direção: o topo, o alto. Foi para isso que você veio, foi para isso que você foi chamado. Para brilhar. Qualquer coisa menos que isso é mediocridade. Acredite!

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