WERIL VENDE O TROMBONE

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E o sax, e a clarineta… e vende no mundo todo Vinte e dois anos atrás, os diretores de uma empresa nacional foram tentar exportar seus produtos pela primeira vez. Desembarcaram em um país da Europa com seus instrumentos musicais e foram procurar parceiros. O primeiro pensou, olhou para os sax e clarinetas da empresa, e soltou o veredicto: “De que museu vocês tiraram isso?”

Roberto Weingrill Jr., diretor comercial da Weril Instrumentos Musicais, hoje ri da história, mas reconhece que na época foi o melhor que poderia ter acontecido. Foi o incentivo que faltava para investir tudo em tecnologia. “No final do ano passado, um jornal dos Estados Unidos fez um teste de consumidor com trombones do mundo inteiro” conta Roberto. Um músico, de luvas e olhos vendados, para não identificar as diferenças de metal experimentou dezenas de instrumentos e foi categórico, dando ao trombone da Weril nota máxima em diversos quesitos.
Não acontece de repente – Hoje, muitas empresas brasileiras estão buscando competitividade internacional, querendo exportar a qualquer custo. A Weril demonstrou essa preocupação pela primeira vez em 1945. Isso mesmo, em 1945 o pessoal da fábrica avisou, que em pouco tempo os estrangeiros poderiam invadir o mercado brasileiro, então eles tiveram de se preparar para invadir o quintal deles também. Hoje, a empresa tem o reconhecimento mundial. E, mesmo assim, mais lá de fora do que do próprio Brasil. “Vendemos instrumentos na Alemanha há quase 23 anos”, desabafa Roberto, “e só no ano passado o cônsul brasileiro em Frankfurt nos chamou para dar os parabéns.”

A hora da negociação – Para aqueles que querem embarcar no mercado exterior, Roberto cita uma frase do ministro Pratini de Moraes: “Os negociadores internacionais são excelentes, e, às vezes, honestos”. Ele lembra que, muitas vezes, compradores dos Estados Unidos e da Europa mentiram na cara dura para os vendedores da Weril. Coisas que se aprende com o tempo.

Fôlego de sobra – Hoje, depois de passar por dificuldades e quase fechar várias vezes nesses 93 anos de atividades, a Weril mostra alguns números impressionantes: detém 85% do mercado nacional de instrumentos de sopro e edita uma revista que é a única publicação em português destinada a esse tipo de instrumento em todo o mundo.
E, o que é melhor, não perde o fôlego das vendas lá fora, sempre presente em feiras do setor em qualquer canto do mundo.

7 DICAS AFINADAS

Dó – Pense à frente – Certo, a situação agora pode até ser boa para sua empresa. Mas, e daqui a cinco anos? O que você deve fazer para que ela seja no mínimo igual à que você tem agora? E, de preferência, muito melhor? Comece a fazer seu futuro.

Ré – Preste atenção à negociação – Não é porque você está lidando com um comprador de uma grande empresa ou multinacional gigantesca que vai aceitar tudo o que ele fala.

Mi – Conheça seu ponto forte – Fixe-se no mercado que você domina, e no qual os consumidores mais confiam.

Fá -Dedique-se à sua visão Se você definir uma meta na sua empresa, invista recursos, corpo e alma para torná-la real.

Sol – A marca é tudo – Faça com que sua marca seja um referencial entre os consumidores e as pessoas que realmente entendem do mercado.

Lá – Ofereça a experiência completa – Dê-lhes produtos e serviços extras, envolva o cliente e sua família. Afinal, as crianças de hoje são seus consumidores de amanhã.

Si – Corra o risco – Vá em frente, desbrave mercados. Dificilmente você sairá pior do que entrou, e em grande parte das vezes, o lucro compensa.

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