Negócios bem-sucedidos podem ser gerados por intuição?

Pessoas que confiam nas próprias idéias, traçam caminhos e expõem seus pensamentos recorrem a essa fonte inesgotável que está acessível a todos os seres humanos. A intuição é a receita certa para o sucesso. Capaz de gerar negócios e nos dirigir a conquistas, ela é o primeiro passo para manter relações bem-sucedidas. É também a base da autoconfiança, atitude e comprometimento. Apesar de tradicionalmente ser reconhecida como um diferencial feminino, o poder intuitivo tem sido revelado no mundo corporativo como um traço do perfil de grandes talentos. Pessoas que confiam nas próprias idéias traçam caminhos e expõem seus pensamentos recorrem a essa fonte inesgotável que está acessível a todos os seres humanos.

Embora essa visão esteja mudando, a intuição tem sido mascarada no mundo corporativo por não haver uma explicação lógica e científica para o processo. Como um flash, uma luz, uma nova idéia, ela está no nosso interior, pronta para ser desenvolvida. Quando esse processo tem início, nada consegue pará-lo e, para que isso aconteça, é necessário prestar atenção às informações internas que revelam uma avalanche de conexões e sincronicidades ao nosso redor. É importante manter a atenção para perceber as coincidências que atravessam o nosso caminho ininterruptamente todos os dias.

Tomar decisões, reconhecer talentos, contratar pessoas, apostar em novos segmentos ou em novos conceitos são processos que, sem dúvida, passam por regras lógicas de mercado, estudos e pesquisas. Porém, todos eles têm início com a intuição. Seja classificada como feeling, percepção, sentimento, sexto sentido ou voz interior, a intuição é um “instrumento” ainda pouco assumido, mas cada vez mais utilizado nas relações pessoais e profissionais.

Em geral, as pessoas impedem o desenvolvimento de sua capacidade intuitiva, pois passam o dia inteiro focadas nos procedimentos de sempre. Ficam tão mergulhadas na burocracia diária que não percebem a efervescência de pensamentos que ocupam sua mente. Deixam de pensar diferente, buscar novas formas para elaborar um produto ou desenvolver processos de maneira inusitada. Por sua vez, o corpo procura a linguagem mais adequada para se pronunciar. A mente, os sentidos, as emoções, as sensações de conforto e desconforto dão o “toque” da direção a ser tomada, mas para ter a capacidade de entendimento é preciso abrir espaço para o novo, para as possibilidades e para a intuição.

Somos preguiçosos mentais à beira de um colapso, sendo que o processo é muito mais simples e natural do que se supõe. Não há uma receita para começar. É necessário apenas disposição para observar. Momentos de paz e quietude trazem a compreensão do que realmente necessitamos, do que o nosso íntimo diz em uma linguagem única e particular. O processo da busca do poder intuitivo conduz ao autoconhecimento, à compreensão do outro e do mundo que está à nossa volta. É uma cadeia de circunstâncias. O espaço físico também pode ser trabalhado para intensificar nossas sensações. Ambientes agradáveis, no sentido físico e mental, desenvolvem a percepção e ativam a intuição. O resultado só pode ser revertido em criatividade e bem-estar.

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