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Conhecimentos gerais

“Uma pessoa que quer construir grandes sonhos precisa ser autora da própria história”

Augusto Cury

 

Liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela”

George Bernard Shaw

 

3 dicas para recordar nomes

 

  1. Use um nome da mesma forma que lhe for dado – Por exemplo, se um cliente lhe disser que seu nome é José da Silva, não o chame de Zé ou de Silva. Chame-o de José. Não há nada de errado em ser chamado de Zé, mas se, digamos, desde a quarta série ele não é mais chamado assim, pode considerar isso um erro. E, com três erros numa negociação, ele pode quebrar a sintonia e se tornar um cliente difícil.
  2. Repita o nome da pessoa assim que ela se apresentar para se certificar de que está usando a pronúncia corretaDizer o nome logo após as apresentações também ajuda a gravá-lo. É melhor ter um erro corrigido logo de cara que irritar e desviar a atenção do cliente durante o processo de venda, chamando-o pelo nome errado.
  3. Se o nome for incomum e difícil de pronunciar, não tenha vergonha de perguntar se está falando do jeito certo –Apenas diga: “Quero ter certeza de que estou dizendo seu nome corretamente. Pronuncia-se ‘X’?”. Isso não ofende a maioria das pessoas. Na verdade, é mais provável que apreciem o fato de você estar fazendo um esforço sincero para acertar.

 

Dave Andersoné autor do livro Como lidar com clientes difíceis: 10 estratégias para vender para pessoas desagradáveis e melhorar seu desempenho, da editora Sextante.

 

Receba o crédito por suas ideias

Quando você tem uma ideia muito boa, tente estes passos para não vê-la roubada por outro:

 

  • Pense por mais tempo e vá a fundo –Antes de levar sua ideia para outras pessoas, pense nas consequências.
  • Exponha-a em público –Tente colocar sua ideia quando outras pessoas estiverem ao redor, como numa reunião. Elas serão suas testemunhas.
  • Informe seu chefe –Se sua ideia for aceita e implementada, envie um e-mail para seu chefe com um comentário. Será sua documentação!

 

Extraído e adaptado do site: iVillage.com

 

5 dicas para ajudá-lo na hora de tomar decisões

 

  1. Decidir consiste em fazer uma escolha entre várias alternativas – Existem decisões boas e decisões ruins, e as consequências delas não vêm ao caso. Uma boa decisão é o que acontece agora, não o que acontecerá depois.
  2. Uma decisão com base em sentimentos, intuição em território estranho ou falta de informação sobre todas as possibilidades é uma decisão ruim –Baseie sua decisão na probabilidade dos resultados e no valor desses resultados.
  3. Se você tem experiência em determinada área, não demore para tomar decisões –Se não tiver, procure obter o máximo de informações possíveis para tomar uma boa decisão.
  4. Analise todos os fatos criteriosamente antes de tomar uma decisão –Depois, reserve algum tempo para pensar antes de chegar a uma conclusão e tomar sua decisão.
  5. Escreva os prós e os contras da decisão a tomar –Isso pode ajudá-lo a esclarecer a situação ou a ver os problemas que a decisão pode gerar.

 

Kevin Hogan, Dave Lakhani eMollie Marti são autores do livro Os 12 fatores para chegar ao topo da sua carreira: descubra, desenvolva e potencialize suas competências, da editora Campus/Elsevier.

 

Contagie seus colegas contando suas histórias

Não importa se você é um funcionário ou um CEO, todos os dias surgem oportunidades de liderar e inspirar pessoas em sua vida. Mas como inspirar os outros para fazerem seu melhor? Seja um contador de histórias! E são muitas, entre elas:

 

  • Histórias que ensinam –Quando você quer ensinar às pessoas uma maneira de fazer algo novo ou treinar uma habilidade, está falando de muita informação para ser absorvida. Você pode dizer a um novo funcionário como apertar os botões da central telefônica, mas ele aprenderá muito mais se lhe contar a história da Joana, que simultaneamente conseguia acalmar o cliente, localizar um arquivo e sorrir para o espelho.
  • Histórias que criam empatia –Algumas histórias ganham credibilidade e respeito principalmente quando permitem que se entenda a maneira de ser da outra pessoa. Assim, não diga como o colega deve fazer, mas como você enfrentou uma situação similar e conseguiu solucioná-la.

 

Extraído e adaptado da revista Context.

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